RELATIVIZAÇÃO DO PRINCÍPIO DA PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA

Autores

  • Sebastião César Ribeiro Salles Luz Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL
  • Luciano Linhares Ribeiro Centro Universitário ETEP
  • Bárbara Beilfuss Fundação Educacional Machado de Assis
  • Juliano Amado Nava Fundação Escola Superior do Ministério Público
  • Matheus Araujo da Cunha Universidade Federal do Rio Grande do Sul
  • Matheus Ferreira Lima de Andrade Faculdades Souza Marques

Palavras-chave:

Injustiça. Inocência. Relativização.

Resumo

O livro, "Relativização do Princípio da Presunção de Inocência",  aborda de forma abrangente e detalhada uma questão crucial no âmbito do Direito Penal contemporâneo: a relativização do princípio fundamental da presunção de inocência.

No decorrer deste livro, exploramos minuciosamente diversos aspectos relacionados a essa temática. Iniciamos com uma análise da evolução do Direito Penal e dos princípios que o fundamentam, no capítulo 1. O livro mergulha nas raízes do Direito Penal, traçando sua evolução ao longo do tempo e identificando os princípios que moldaram suas bases. Desde os primórdios das sociedades até as complexidades do sistema jurídico contemporâneo, analisamos como as concepções de justiça e punição evoluíram, influenciando diretamente a compreensão do princípio da presunção de inocência.

Em seguida, adentramos no cerne da discussão, dedicando o capítulo 2 ao estudo do Princípio da Presunção de Inocência no orbe mundial e sua conformação na Carta Constitucional de 1988. Além disso, examinamos suas implicações e desafios em um contexto contemporâneo, onde o equilíbrio entre a proteção dos direitos individuais e a busca pela justiça se torna cada vez mais complexo.

No capítulo seguinte, ampliamos nosso escopo de análise, conectando o princípio da presunção de inocência aos Direitos Humanos e à justificação do direito. Investigamos como esse princípio se enquadra mais amplo dos direitos fundamentais e como sua relativização pode impactar não apenas o sistema jurídico, mas também a sociedade na totalidade.

Já no Capítulo 4, adentramos em uma esfera delicada e controversa do Direito Penal: o Direito Penal do Inimigo. Analisamos as interseções entre essa teoria germânica, a sua controversa aplicação e o princípio da presunção de inocência, questionando até que ponto a flexibilização desse princípio pode abrir espaço para práticas punitivas que se distanciam dos valores democráticos e dos direitos humanos, apregoados pela Constituição cidadã brasileira de 1988.

A questão do ônus da prova é tratada no capítulo 5. Neste capítulo investigamos como a distribuição do ônus probatório pode afetar a aplicação efetiva do princípio da presunção de inocência e quais são os desafios enfrentados pelos sistemas jurídicos para garantir uma justiça equitativa e imparcial.

Na sequência, no capítulo 6, lançamos uma análise crítica sobre a presunção de inocência como subterfúgio para a impunidade. Examinamos casos emblemáticos e discutimos os limites éticos e jurídicos dessa prerrogativa, buscando entender como evitar que ela seja instrumentalizada em detrimento da justiça.

Já no capítulo 7, destacamos distorções recorrentes do princípio da presunção de inocência, revelando os desafios enfrentados pelos sistemas jurídicos para garantir sua efetiva aplicação e evitar abusos e injustiças.

 Finalmente, exploramos a importância crescente da tecnologia para o desvendamento de crimes e como ela pode influenciar diretamente na aplicação do princípio da presunção de inocência. Investigamos as novas ferramentas disponíveis e os dilemas éticos e jurídicos que surgem com seu uso, buscando equilibrar a eficácia investigativa com a proteção dos direitos individuais.

Por fim, na conclusão, amarramos os fios condutores de todo o trabalho, apresentando reflexões finais sobre os temas discutidos e apontando para possíveis caminhos futuros no campo jurídico.

Em epítome, este livro digital é fruto de uma extensa pesquisa e reflexão sobre um tema de grande relevância para a sociedade contemporânea. Esperamos que ele possa contribuir significativamente para o debate acadêmico e jurídico sobre a relativização do princípio da presunção de inocência, incentivando uma reflexão crítica e construtiva sobre o tema.

Desejamos a todos uma profícua leitura,

 

Os autores

Biografia do Autor

Sebastião César Ribeiro Salles Luz, Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL

Direito. Centro Universitário Salesiano de São Paulo – UNISAL.

Luciano Linhares Ribeiro, Centro Universitário ETEP

Licenciatura em Ciências Sociais. Centro Universitário ETEP.

Bárbara Beilfuss, Fundação Educacional Machado de Assis

Direito. Fundação Educacional Machado de Assis.

Juliano Amado Nava, Fundação Escola Superior do Ministério Público

Direito. Fundação Escola Superior do Ministério Público.

Matheus Araujo da Cunha, Universidade Federal do Rio Grande do Sul

Mestre em Ciência e Tecnologia dos Materiais. Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Matheus Ferreira Lima de Andrade, Faculdades Souza Marques

Administração de empresas. Faculdades Souza Marques.

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Publicado

2024-02-28

Como Citar

Luz, S. C. R. S., Ribeiro, L. L., Beilfuss, B., Nava, J. A., Cunha, M. A. da, & Andrade, M. F. L. de. (2024). RELATIVIZAÇÃO DO PRINCÍPIO DA PRESUNÇÃO DE INOCÊNCIA . Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 22–148. Recuperado de https://periodicorease.pro.br/rease/article/view/13078

Edição

Seção

E-books

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