ATENÇÃO FARMACÊUTICA AO IDOSO NA POLIFARMÁCIA

Autores

  • Gabriel Rian dos Santos Universidade Salvador- UNIFACS
  • Hudson Salles Araújo Universidade Salvador -UNIFACS
  • Valéria Sobrinho Leal Universidade Salvador- UNIFACS
  • Douglas Fernando Rambo Universidade Salvador- UNIFACS

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v7i5.1230

Palavras-chave:

Atenção farmacêutica, Idosos, Polifarmácia Crônica.

Resumo

: O profissional farmacêutico está cada vez mais desenvolto em suas habilidades com a população idosa, isso inclui evitar problemas relacionados a medicação, como interações entre os fármacos prescritos pelo médico, reações indesejáveis no tratamento farmacológico, eliminação de complexidade e duplicidade desnecessárias do regime de medicamentos. Por meio dessas atividades o profissional consegue promover um tratamento medicamentoso que seja eficaz e seguro ao seu paciente. Assim, o presente estudo busca revisar a forma em que o profissional farmacêutico pode contribuir na atenção farmacêutica ao idoso na polifarmácia. Objetivo: Revisar sobre a importância da atenção farmacêutica ao uso da polifarmácia em pessoas acima de 60 anos. Métodos: Trata-se de um estudo de revisão de literatura integrativa e de levantamento bibliográfico, cuja a metodologia foi constituída em busca de artigos completos publicados entre os anos de 2009 a 2021 em bases de dados, nas quais foram analisados e selecionados 30 artigos para a elaboração da pesquisa. Utilizou-se como critérios de avaliação para a coleta de informação: assistência farmacêutica, saúde do idoso, interações medicamentosas e polifarmácia. Resultados: Dos 30 artigos, quinze foram escolhidos para análise percebeu-se que o uso simultâneo e crônico de medicamentos é cada vez mais comum em idosos, o que intensifica a probabilidade de efeitos colaterais destes, podendo gerar então, uma interação medicamentosa, diminuição da adesão e toxicidade, entre outros. Considerações Finais: A polifarmácia ela tem uma ampla variação no Brasil, sendo utilizada por muitos idosos. Por isso, a atenção farmacêutica é um dos pontos chaves para a utilização da polifarmácia, uma vez que é possível avaliar as prescrições e os medicamentos que estão sendo utilizados de forma inapropriada pelas pessoas.

 

Biografia do Autor

Gabriel Rian dos Santos, Universidade Salvador- UNIFACS

Acadêmico do curso de farmácia da Universidade Salvador (UNIFACS),Salvador-BA. E-mail: grianscruz@hotmail.com.

Hudson Salles Araújo, Universidade Salvador -UNIFACS

Acadêmico do curso de farmácia da Universidade Salvador (UNIFACS),Salvador-BA. E-mail: Hudsonsales145@gmail.com.

Valéria Sobrinho Leal, Universidade Salvador- UNIFACS

Acadêmica do curso de farmácia da Universidade Salvador (UNIFACS), Salvador-BA. E-mail: vsobrinholeal@yahoo.com.br

Douglas Fernando Rambo, Universidade Salvador- UNIFACS

Graduado Farmacêutico Industrial pela Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (2008). Possui Mestrado (2011) e Doutorado (2018) em Ciências Farmacêuticas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; atuando nas áreas de química de produtos naturais, desenvolvimento e validação de métodos analíticos para controle de qualidade de matéria-prima vegetal. Atuou como colaborador na elaboração /revisão de monografias de plantas medicinais para a Farmacopeia Brasileira (ANVISA). Foi professor na Universidade Regional Integrada do Alto Uruguai e das Missões (Erechim/RS) e no Centro Universitário FADERGS (Porto Alegre/RS). Atualmente é Coordenador do Curso de Farmácia e do Curso de Estética e Cosmética na Universidade Salvador (UNIFACS - BA) e Professor Adjunto da Universidade Federal da Bahia-UFBA. Tem experiência na área de Farmácia, com ênfase em Farmacognosia, Química de Produtos Naturais, Controle de Qualidade, Farmacologia e Cosmetologia. E-mail: Douglas.rambo@unifacs.br

Downloads

Publicado

01/06/2021

Como Citar

Santos, G. R. dos ., Araújo, H. S. ., Leal, V. S. ., & Rambo, D. F. (2021). ATENÇÃO FARMACÊUTICA AO IDOSO NA POLIFARMÁCIA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 7(5), 709–723. https://doi.org/10.51891/rease.v7i5.1230