MEDIAÇÕES TECNOLÓGICAS E PRÁXIS INCLUSIVA: O PAPEL DOS OBJETOS DE APRENDIZAGEM E DA TECNOLOGIA ASSISTIVA NA EDUCAÇÃO ESPECIAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.29478Palavras-chave:
Tecnologia Assistiva. Objetos de Aprendizagem. Educação Especial. Práxis Pedagógica. Inclusão Digital.Resumo
O presente artigo analisa a convergência entre a ludicidade, os Objetos de Aprendizagem (OA) e a Tecnologia Assistiva (TA) como catalisadores do processo de inclusão escolar na contemporaneidade. Alicerçado nos pressupostos da Teoria da Mediação e do Modelo Social da Deficiência, o estudo problematiza a transição de uma escola meramente integradora para uma instituição pautada pela equidade e pelo protagonismo discente. Através de uma revisão bibliográfica sistemática e da análise de recursos técnico-pedagógicos — do sistema Braille ao controle de movimento ocular —, a investigação demonstra que a inclusão autêntica exige a superação de barreiras atitudinais e a implementação de políticas públicas que democratizem o acesso às inovações assistivas. Os resultados indicam que a tecnologia, quando integrada a uma práxis pedagógica reflexiva e afetiva, não atua apenas como suporte funcional, mas como um dispositivo de justiça social que assegura ao estudante com deficiência o direito ao pertencimento, à autonomia e à produção de conhecimento.
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