CARACTERIZAÇÃO FARMACOBOTÂNICA, FITOQUÍMICA E POTENCIAL BIOLÓGICO DE DALBERGIA ECASTAPHYLLUM (L.) TAUB: UMA REVISÃO INTEGRATIVA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24217Palavras-chave:
Dalbergia ecastaphyllum. Fitoquímica. Bioatividade.Resumo
Esse artigo buscou analisar os aspectos farmacobotânicos, fitoquímicos e o potencial biológico da D. ecastaphyllum (L.) através de uma revisão integrativa nas bases de dados PubMed, SciELO, Scopus e Embase, abrangendo artigos publicados entre 2015 e 2025. A análise dos 12 estudos selecionados evidenciou uma distinção química clara entre os órgãos vegetais da espécie, sendo que os caules, mediante interação com o besouro Agrilus propolis, produzem isoflavonoides (formononetina, vestitol, neovestitol e medicarpina) característicos da própolis vermelha; já as folhas são ricas em flavonoides e compostos fenólicos. O potencial biológico incluiu atividade antioxidante, fotoprotetora, anticoagulante, leishmanicida e inibitória de enzimas ligadas à síndrome metabólica. Estudos toxicológicos confirmaram a segurança e ausência de genotoxicidade dos extratos, indicando que a espécie apresenta potente viabilidade farmacológica. A distinção fitoquímica entre folhas e caules da D. ecastaphyllum direciona para aplicações terapêuticas específicas, sugerindo que, além de sustentar a cadeia da própolis, possui potencial intrínseco para o desenvolvimento de novos fitoterápicos.
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