TRATAMENTOS CIRÚRGICOS DA DTM: DISCOPEXIA MINIMAMENTE INVASIVA X ABORDAGEM ABERTA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.32051Palavras-chave:
Disfunção Temporomandibular, Discopexia, ArtroscopiaResumo
Esse artigo buscou comparar a discopexia minimamente invasiva por artroscopia e a cirurgia aberta no tratamento da Disfunção Temporomandibular (DTM), analisando suas indicações, vantagens, limitações e resultados clínicos. A metodologia empregada consistiu em uma revisão bibliográfica da literatura científica, com enfoque em estudos relacionados às diferentes abordagens cirúrgicas da articulação temporomandibular. Os resultados encontrados demonstraram que a discopexia artroscópica apresenta benefícios relacionados à redução da dor, melhora da função mandibular, menor morbidade e recuperação mais rápida. Por outro lado, a cirurgia aberta permite maior visualização e manipulação das estruturas articulares, sendo indicada principalmente em casos complexos ou quando tratamentos menos invasivos não apresentam resultados satisfatórios. Observou-se também que a diversidade metodológica dos estudos dificulta a comparação direta entre as técnicas e a determinação de superioridade clínica. Concluiu-se que ambas as abordagens possuem indicações específicas e podem apresentar resultados favoráveis quando corretamente selecionadas. Dessa forma, a escolha do procedimento deve ser individualizada, considerando a gravidade da disfunção, as condições clínicas do paciente e as evidências científicas disponíveis.
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