PROTOCOLO DE MANCHESTER: PERCEPÇÃO DOS USUÁRIOS SOBRE A CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM SERVIÇOS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA

Autores

  • Edikelly da Costa Rodrigues Centro Universitário Fametro Campus Parintins
  • Gabriela Andruys Rodrigues Reis Centro Universitário Fametro Campus Parintins
  • Raimundo da Silva Nascimento Centro Universitário Fametro Campus Parintins
  • Saskia Lorena da Silva Reis Centro Universitário Fametro Campus Parintins
  • Anne Cássia da Silva Costa Centro Universitário Fametro
  • Francijara Araújo da Silva Centro Universitário Fametro

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31390

Palavras-chave:

Classificação de risco, Protocolo de Manchester, Urgência e emergência

Resumo

Esse artigo buscou analisar os fatores que influenciam a percepção dos usuários sobre a classificação de risco realizada pelo Protocolo de Manchester em serviços de urgência e emergência. Para isso, adotou-se uma revisão integrativa da literatura, reunindo estudos nacionais e internacionais que abordam a experiência dos usuários, a compreensão da lógica de priorização e os elementos que interferem na aceitação do protocolo. A metodologia envolveu seleção sistemática de artigos, leitura crítica e síntese temática dos achados, permitindo identificar padrões recorrentes nas percepções dos usuários. Os resultados evidenciaram que a compreensão do processo de triagem está diretamente relacionada à clareza das informações fornecidas, à qualidade do acolhimento e às condições emocionais vivenciadas no momento da busca pelo atendimento. Observou-se que explicações acessíveis sobre as cores, tempos-alvo e critérios clínicos favorecem maior aceitação, enquanto falhas na comunicação, atendimentos mecanizados e desconhecimento da lógica de gravidade geram dúvidas, ansiedade e sensação de injustiça. Além disso, fatores como dor, medo e superlotação intensificam a percepção negativa do tempo de espera. Dessa forma, o estudo reforça que aprimorar a comunicação, fortalecer o acolhimento e qualificar a interação profissional-usuário são estratégias essenciais para melhorar a experiência e a confiança no processo de classificação de risco.

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Biografia do Autor

  • Edikelly da Costa Rodrigues, Centro Universitário Fametro Campus Parintins

    Acadêmico do curso de Enfermagem do Centro Universitário Fametro Campus Parintins. 

  • Gabriela Andruys Rodrigues Reis, Centro Universitário Fametro Campus Parintins

    Acadêmico do curso de Enfermagem do Centro Universitário Fametro Campus Parintins. 

  • Raimundo da Silva Nascimento, Centro Universitário Fametro Campus Parintins

    Acadêmico do curso de Enfermagem do Centro Universitário Fametro Campus Parintins.

  • Saskia Lorena da Silva Reis, Centro Universitário Fametro Campus Parintins

    Acadêmico do curso de Enfermagem do Centro Universitário Fametro Campus Parintins.

  • Anne Cássia da Silva Costa, Centro Universitário Fametro

    Profa. Orientadora do Ensino Superior do Curso de Enfermagem do Centro Universitário Fametro (Parintins-Am), Graduada em Enfermagem na faculdade Materdei e Pós graduada em urgência e emergência e estomaterapia na UEA.

  • Francijara Araújo da Silva, Centro Universitário Fametro

    Profa. Orientadora do Ensino Superior do curso de enfermagem do Centro Universitário Fametro (Manaus-AM), Doutora em Genética, Conservação e Biologia Evolutiva pela INPA-AM. 

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Publicado

2026-10-20

Como Citar

Rodrigues, E. da C., Reis, G. A. R., Nascimento, R. da S., Reis, S. L. da S., Costa, A. C. da S., & Silva, F. A. da. (2026). PROTOCOLO DE MANCHESTER: PERCEPÇÃO DOS USUÁRIOS SOBRE A CLASSIFICAÇÃO DE RISCO EM SERVIÇOS DE URGÊNCIA E EMERGÊNCIA . Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-14. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31390

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