O USO DA TRANSLUCÊNCIA INTRACRANIANA NO RASTREIO DA ESPINHA BÍFIDA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31130

Palavras-chave:

Espinha bífida, Translucência intracraniana, Ultrassonografia pré natal

Resumo

A espinha bífida aberta (EBA) é uma malformação congênita do tubo neural cuja detecção precoce é relevante para o aconselhamento e planejamento obstétrico. A translucência intracraniana (TI), avaliada entre 11 e 14 semanas, constitui um marcador ultrassonográfico promissor. Esta revisão sistemática (PRISMA 2020) avaliou a acurácia diagnóstica da TI na EBA, pesquisando PubMed, Scopus e LILACS (2010–2025). Incluíram-se nove estudos (risco de viés pelo QUADAS-3) sintetizados de forma descritiva. A TI isolada apresentou sensibilidade limitada (36–50%), mas alta especificidade e elevado valor para exclusão da EBA. A não visualização da cisterna magna (sensibilidade de 50–73%) e o deslocamento do tronco cerebral (82,7%), combinados a outros marcadores da fossa posterior, elevaram a detecção para até 90%. A visualização da TI também melhorou após treinamento específico dos operadores. Conclui-se que a TI é uma ferramenta viável para o rastreamento precoce da EBA, atuando principalmente como marcador de exclusão. Sua associação com outros marcadores da fossa posterior e a capacitação dos examinadores aumentam a acurácia diagnóstica no pré-natal.

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Biografia do Autor

  • Phelippe Riccardo Reis Coelho, FAMINAS

    Acadêmico do Curso de Medicina do Centro Universitário FAMINAS BH. 

  • Ana Ruth de Paula Souza, FAMINAS

    Acadêmica do Curso de Medicina do Centro Universitário FAMINAS BH. 

  • Lucas Hartwich Costa Martins, FAMINAS

    Médico graduado pelo Centro Universitário FAMINAS BH.

  • Débora de Paula Souza, Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais

    Acadêmica do Curso de Medicina da Faculdade Ciências Médicas de Belo Horizonte.  

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Publicado

2026-10-15

Como Citar

Coelho, P. R. R., Souza, A. R. de P., Martins, L. H. C., Souza, D. de P., & Requeijo, M. (2026). O USO DA TRANSLUCÊNCIA INTRACRANIANA NO RASTREIO DA ESPINHA BÍFIDA: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-17. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31130