INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO PLANEJAMENTO ESTÉTICO FACIAL EM ODONTOLOGIA: EVIDÊNCIAS, APLICAÇÕES E DESAFIOS A PARTIR DE UMA REVISÃO INTEGRATIVA

Autores

  • Fernanda Maria Barbosa de Almeida Tenório Faculdade do Centro Oeste Paulista
  • Éber Ricardo de Barros Cordeiro Faculdade do Centro Oeste Paulista
  • Karen de Lucas Barros Faculdade do Centro Oeste Paulista
  • Willames Rafael de Jesus Cavalcante Faculdade do Centro Oeste Paulista
  • Camila Maria Beder Ribeiro Girish Panjwani Universidade Federal de Alagoas image/svg+xml
  • Kledson Lopes Barbosa Faculdade do Centro Oeste Paulista

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.27504

Palavras-chave:

Odontologia Estética. Inteligência Artificial. Planejamento Estético Facial.

Resumo

Nas últimas décadas, a odontologia foi transformada pela incorporação de tecnologias digitais nos processos diagnósticos e de planejamento clínico. Nesse contexto, a Inteligência Artificial (IA) tem ampliado as possibilidades de análise estética facial e simulação de resultados terapêuticos, impulsionando a odontologia digital. Desse modo, o presente estudo tem como objetivo mapear e analisar as tecnologias de IA descritas na literatura científica aplicadas ao planejamento estético facial na odontologia, identificando suas principais aplicações nesse contexto. Para isso, realizou-se uma revisão integrativa da literatura com base no modelo metodológico proposto por Torraco. As buscas foram realizadas nas bases Portal de Periódicos CAPES e PubMed/MEDLINE, utilizando descritores relacionados à inteligência artificial, odontologia estética e análise facial. Foram recuperados 453 estudos, dos quais 7 atenderam aos critérios de inclusão e compuseram o corpus final da revisão. Os resultados indicam aplicações concentradas na análise facial automatizada por visão computacional, classificação digital de características do sorriso e modelos preditivos para simulação de resultados estéticos em tratamentos ortodônticos e restauradores. Conclui-se que a IA apresenta elevado potencial para transformar o planejamento estético facial na odontologia, embora sua consolidação na prática clínica dependa de validação metodológica, padronização de métricas e ampliação das bases de treinamento.

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Biografia do Autor

  • Fernanda Maria Barbosa de Almeida Tenório, Faculdade do Centro Oeste Paulista

    Cirurgiã-Dentista, Discente do curso de Especialização em Harmonização Orofacial na Faculdade do Centro Oeste Paulista – FACOP.

  • Éber Ricardo de Barros Cordeiro, Faculdade do Centro Oeste Paulista

    Cirurgião-Dentista, Discente do curso de Especialização em Harmonização Orofacial na Faculdade do Centro Oeste Paulista – FACOP.

  • Karen de Lucas Barros, Faculdade do Centro Oeste Paulista

    Cirurgiã-Dentista, Especialista, Docente e Coorientadora no curso de Especialização em Harmonização Orofacial na Faculdade do Centro Oeste Paulista – FACOP.

  • Willames Rafael de Jesus Cavalcante, Faculdade do Centro Oeste Paulista

    Cirurgião-Dentista, Especialista e Docente no curso de Especialização em Harmonização Orofacial na Faculdade do Centro Oeste Paulista – FACOP.

  • Camila Maria Beder Ribeiro Girish Panjwani, Universidade Federal de Alagoas

    Cirurgiã-Dentista, PhD, Docente do Curso de Graduação e do Mestrado em Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Alagoas – FOUFAL-UFAL.

  • Kledson Lopes Barbosa, Faculdade do Centro Oeste Paulista

    Cirurgião-Dentista, PhD, Docente e Orientador no curso de Especialização em Harmonização Orofacial na Faculdade do Centro Oeste Paulista – FACOP, Discente do Curso de Mestrado em Odontologia da Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Alagoas – FOUFAL-UFAL.

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Publicado

2026-07-22

Como Citar

Tenório, F. M. B. de A., Cordeiro, É. R. de B., Barros, K. de L., Cavalcante, W. R. de J., Panjwani, C. M. B. R. G., & Barbosa, K. L. (2026). INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL NO PLANEJAMENTO ESTÉTICO FACIAL EM ODONTOLOGIA: EVIDÊNCIAS, APLICAÇÕES E DESAFIOS A PARTIR DE UMA REVISÃO INTEGRATIVA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(7), 1-16. https://doi.org/10.51891/rease.v12i7.27504