QUANDO O CAMPO AINDA NÃO EXISTE: OLHAR DEMORADO, REGISTRO E ESCRITA NA ETNOGRAFIA

Autores

  • Angélica Cristina Rivelini- Silva Universidade Tecnológica Federal do Paraná image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.23916

Palavras-chave:

Metodologia etnográfica. Atenção ao cotidiano. Escrita de pesquisa.

Resumo

Este texto tem como objetivo refletir sobre a construção de objetos de pesquisa etnográficos, defendendo o olhar demorado como condição para que o campo se forme e ganhe legibilidade. A fundamentação articula a etnografia pós-moderna, a crítica à transparência da escrita e a figura do etnógrafo-turista (Bruner). Metodologicamente, trata-se de um ensaio que combina narrativa, metáfora e revisão de literatura para reposicionar campo, registro e escrita. Como resultados, sustenta-se que observar é compor, que o rigor reside na clareza do percurso e que campos conectivos incluem ambientes virtuais, considerando rastros, silêncios e instabilidades. Conclui-se que pesquisar implica atenção ao ordinário, distinção entre acessível e ético, escrita cuidadosa e responsabilidade, preservando a dimensão prazerosa do aprender a ver no cotidiano escolar.

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Biografia do Autor

  • Angélica Cristina Rivelini- Silva, Universidade Tecnológica Federal do Paraná

    Professora Doutora em Ensino de Ciências, Universidade Tecnológica Federal do Paraná – UTFPR

     

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Publicado

2026-02-03

Como Citar

Rivelini- Silva, A. C. (2026). QUANDO O CAMPO AINDA NÃO EXISTE: OLHAR DEMORADO, REGISTRO E ESCRITA NA ETNOGRAFIA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(2), 1-10. https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.23916

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