IDENTIFICAR OS DADOS EPIDEMIOLÓGICOS DE GESTANTES COM HIV E O SISTEMA IMUNOLÓGICO ENFRAQUECIDO, SUAS LIMITAÇÕES, RESTRIÇÕES E CUIDADOS PARA EVITAR O RISCO DA TRANSMISSÃO VERTICAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31232Palabras clave:
Pré-Natal, Sistema Imunológico Enfraquecido, Tratamento Antirretroviral (TARV), Tranźsmissão Vertical, Vírus HIVResumen
Introdução: A convivência com o vírus do HIV tem mudado os aspectos, emocionais e sociais das gestantes causando impacto na saúde materna e na saúde do bebê, embora exista tratamento algumas mulheres deixam de realizar o pré-natal dificultando a descoberta do diagnóstico e contribuindo para a multiplicação viral no seu organismo, influenciando nos aspectos físicos, emocionais, por sofrer com preconceitos na sociedade, a mulher portadora do vírus HIV evita na maioria das vezes de realizar consultas ao pré-natal. Quando ocorre a replicação do vírus no corpo o sistema imunológico é enfraquecido, vários fatores acontecem sendo um deles o surgimento de inflamação. Vale ressaltar que a negligência ao tratamento antirretroviral pode aumentar a carga viral que ocorre através do parto, amamentação, sangue e secreções, com o aumento da carga viral. Diante disso, tem como objetivo geral: Identificar quais as restrições, limitações e cuidados que as gestantes com imunodeficiência humana precisam se adequar para evitar o risco da transmissão vertical. Trata-se de uma metodologia: A Pesquisa é uma abordagem quantitativa realizada no site da Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS), foram coletados dados epidemiológicos de gestantes convivendo com HIV nos período de 2020-2025, a coleta baseia-se em dados secundários. Referência Bibliográfica: Plataformas digitais como google acadêmico, scielo que conta com pesquisa de literatura , acadêmica e científica, publicados em 2025, site Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS). Resultado: No Amazonas, as gestantes com HIV concentram-se principalmente entre 20 e 29 anos (50%), com média de 25% por faixa etária, os casos notificados e novos variaram entre 1.577 e 2.776, com médias de 2.054 e 1.986 casos por ano, respectivamente, a transmissão vertical teve média de 103 casos anuais, enquanto o risco sem TARV é de 27,5% e com TARV cai para apenas 1,5%.
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