POTENCIAL BIOATIVO DA CASCA DO CAJUEIRO: UMA ANÁLISE FITOQUÍMICA E SUAS APLICAÇÕES TERAPÊUTICAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31156Palabras clave:
casca do cajueiro, compostos bioativos, tônico facial, atividade antimicrobiana, fitoterapiaResumen
O cajueiro (Anacardium occidentale), nativo do Brasil, é amplamente reconhecido por suas castanhas e frutos, enquanto sua casca tem atraído interesse devido ao seu potencial bioativo rico em taninos, flavonoides e saponinas, com propriedades antioxidantes, antimicrobianas e adstringentes. O objetivo deste estudo foi investigar o perfil fitoquímico da casca do cajueiro e avaliar suas potenciais aplicações terapêuticas em cosméticos. A metodologia incluiu a coleta da casca, secagem, trituração, maceração em solução hidroalcoólica a 50% e filtração, obtendo um extrato glicólico homogêneo. Os resultados mostraram que o extrato possui pH próximo a 4, ideal para produtos destinados a peles mistas e oleosas. Além disso, testes de fitotoxicidade e atividade antimicrobiana foram realizados para confirmar a segurança e eficácia do tônico facial adstringente. A fitotoxicidade foi avaliada em sementes de tomate e alface, e o teste antimicrobiano em placas de Petri, com ambos os testes reforçando a segurança e eficácia do extrato. Conclui-se que a casca do cajueiro representa uma alternativa promissora para formulações cosméticas naturais, eficazes e seguras, com potencial para futuras aplicações terapêuticas.
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