A LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA

Autores

  • Schirlei Gonçalves Vieira Faculdade Dom Alberto

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v8i7.6343

Palavras-chave:

Ludicidade. Desenvolvimento. Inclusão.

Resumo

O presente trabalho relata o assunto a ludicidade na educação especial e inclusiva, e tem como objetivo ressaltar a importância da ludicidade, para assim desenvolverem-se em diferentes aspectos. A educação especial é uma área que abrange diferentes faixas etárias, e a inclusão escolar, deve acontecer desde o início de sua vida. Através de brincadeiras é possível realizar a inclusão das crianças em formado mais atraente. O lúdico é considerado uma forma eficaz na construção de conhecimento e desenvolvimento dos discentes. O ato de brincar pode ser conduzido independentemente de tempo, espaço, ou de objetos isto proporciona que a criança crie, recrie, invente e use sua imaginação, tornando o espaço escolar atrativo. Assim a partir da problemática levantada foi delimitado o objetivo geral que teve como princípio refletir sobre a importância dos jogos e das brincadeiras, numa perspectiva lúdica, no processo de ensino aprendizagem do aluno, e inclusão dos mesmos. Para, tanto os objetivos específicos foram delimitados em realizar um estudo bibliográfico sobre a importância dos jogos e brincadeiras numa perspectiva lúdica; identificar os benefícios das atividades lúdicas na inclusão e observar qual o papel do professor em relação aos jogos e brincadeiras no processo de inclusão. Para a realização do trabalho foi realizada uma pesquisa bibliográfica a fim de colher informações de autores que já abordaram o tema.

Biografia do Autor

Schirlei Gonçalves Vieira, Faculdade Dom Alberto

Pós-graduação em educação especial e inclusiva. Faculdade Dom Alberto. Graduação: licenciatura em pedagogia — Anhanguera. E-mail: schirlei.vi@gmail.com.

Downloads

Publicado

30/07/2022

Como Citar

Vieira, S. G. . (2022). A LUDICIDADE NA EDUCAÇÃO ESPECIAL E INCLUSIVA. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 8(7), 712–718. https://doi.org/10.51891/rease.v8i7.6343