ATUAÇÃO DA FISIOTERAPIA NA REABILITAÇÃO FUNCIONAL DE MULHERES PÓS-MENOPAUSA COM FRATURA DISTAL DO RÁDIO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.27375Palabras clave:
Fisioterapia. Fratura de colles. Pós-menopausa. Reabilitação.Resumen
Introdução: A fratura distal de rádio é uma das principais fraturas do membro superior, especialmente em mulheres pós-menopausa devido à queda do estrogênio ocasionando a osteoporose e redução da densidade óssea. Essa condição ocasiona diversas complicações, como dor, diminuição da amplitude e perda de força interferindo de forma negativa nas atividades de vida diária e autonomia. A fisioterapia exerce papel essencial na reabilitação dessas pacientes, utilizando técnicas que visam reduzir complicações, restaurar força, mobilidade e estabilidade articular. Objetivo: Identificar, as principais intervenções fisioterapêuticas utilizadas na reabilitação funcional de mulheres pós-menopausa com fratura distal do rádio. Metodologia: Trata-se de uma revisão de literatura realizada entre março e abril de 2026, nas bases SciELO, BVS e Google Acadêmico, utilizando os descritores “fratura do rádio distal”, “pós-menopausa”, “fisioterapia” e “reabilitação funcional”, combinados pelos operadores booleanos AND e OR. Foram incluídos artigos completos publicados entre 2020 e 2025, nos idiomas português, inglês e espanhol que abordassem técnicas fisioterapêuticas na reabilitação funcional de fratura distal de rádio em mulheres pós menopausa. Resultados: Os estudos analisados evidenciaram que mulheres pós-menopausa com fratura distal do rádio apresentam redução significativa da funcionalidade do membro superior, caracterizada pela presença de dor, diminuição da amplitude de movimento, redução da força muscular e dificuldade na realização das atividades de vida diária, especialmente aquelas que envolvem o punho. Conclusão: A revisão da literatura confirma que a fisioterapia desempenha um papel essencial na reabilitação funcional de mulheres pós-menopausa com fratura distal do rádio. As intervenções fisioterapêuticas demonstram-se eficazes na redução da dor, no ganho de mobilidade, no aumento da força muscular e na recuperação funcional do membro afetado
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