ANÁLISE DO ÍNDICE DE APGAR E SUA RELAÇÃO COM FATORES MATERNOS E OBSTÉTRICOS NO MUNICÍPIO DE CASCAVEL-PR (2013 A 2023)
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.27192Palavras-chave:
Gestantes. Índice de Apgar. Desfecho.Resumo
O índice de Apgar foi criado em 1953 e permanece sendo bastante utilizado para avaliar as condições clínicas imediatas dos recém-nascidos. Esse artigo buscou analisar a relação entre o índice de Apgar no 1º e 5º minuto de vida e variáveis maternas e obstétricas, como idade materna, frequência de consultas de pré-natal, idade gestacional e via de parto, em nascidos no município de Cascavel-PR, no período de 2013 a 2023. Trata-se de um estudo retrospectivo, transversal e analítico, com informações obtidas do banco de dados do Sistema de Informação sobre Nascidos Vivos (SINASC), fornecido pela plataforma DataSUS. O resultado demonstrou que fatores maternos e obstétricos podem influenciar o Apgar, a exemplo de gestantes adolescentes (na faixa de 10 a 19 anos), que em ambos os momentos do índice de Apgar, obtiveram resultados menores. Assim como, gestantes com número de consultas de pré-natal inferiores a 6, partos vaginais e idade gestacional, principalmente, abaixo de 32 semanas, também apresentaram índices mais baixos. Esta pesquisa contribui para uma melhor compreensão como esses fatores podem impactar no desfecho do neonato e como medidas, a exemplo de um pré-natal adequado, são úteis para resultados favoráveis no Apgar em crianças nascidas em hospitais de um município do Oeste do Paraná.
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