INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COMO FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO AUTOMÁTICA DE APRENDIZAGEM

Autores

  • Leilaine Kendra Peres Araújo de Paiva Must University
  • Andreza Bastos Bartz Nogueira da Fonseca Christian Business School
  • Aniana Novaes Rodrigues Must University
  • Elizabeth Correia de Lima Souza Must University
  • Maria Celia Melo da Silva Must University
  • Vanilce Aparecida Tafarel Must University
  • Wanderson Figueira Mendonça Must University

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25923

Palavras-chave:

Inteligência artificial. Avaliação formativa. Tecnologia educacional. Equidade educacional. Mediação docente.

Resumo

A incorporação de ferramentas computacionais em contextos educacionais redefine processos avaliativos há de uma década, gerando tensões entre automatização e julgamento profissional docente. Este artigo analisa a inteligência artificial (IA) e a avaliação formativa tradicional como instrumentos de mensuração de aprendizagem, investigando suas viabilidades, limitações e implicações em escolas brasileiras. Lemos e Maissiat reconhecem que o uso de tecnologias educacionais constitui necessidade latente, agregando valores de avanços tecnológicos e incentivando o ensino e aprendizagem dos estudantes; todavia, os índices da realidade brasileira revelam discrepâncias substanciais de acesso à rede, expondo desencontros de necessidades em sentidos opostos nas escolas públicas. Mediante pesquisa bibliográfica fundamentada em Gil (2022) Frainer (2022), o estudo examina possibilidades tecno-pedagógicas e entraves éticos da automatização avaliativa. O objetivo geral consiste em analisar de modo crítico o potencial e as limitações da inteligência artificial em avaliação automática, comparando-a com práticas formativas tradicionais em contextos escolares reais. Conclui-se que a IA, sem complementação por práticas formativas reflexivas mediadas por educadores, não garante qualidade avaliativa nem equidade educacional, exigindo mediação docente permanente e funcionamento de tecnologias como auxiliares circunscritos. Portanto, implementações responsáveis demandam clareza prévia sobre finalidades educacionais, vigilância crítica sobre efeitos em populações vulneráveis, e investimento prioritário em formação docente crítica sobre tecnologias.

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Biografia do Autor

  • Leilaine Kendra Peres Araújo de Paiva, Must University

    Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação, Must University (MUST).

  • Andreza Bastos Bartz Nogueira da Fonseca, Christian Business School

    Doutoranda em Ciências da Educação, Christian Business School.

  • Aniana Novaes Rodrigues, Must University

    Mestra em Tecnologias Emergentes em Educação, Must University (MUST).

  • Elizabeth Correia de Lima Souza, Must University

    Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação, Must University (MUST).

  • Maria Celia Melo da Silva, Must University

    Mestra em Tecnologias Emergentes em Educação, Must University (MUST).

  • Vanilce Aparecida Tafarel, Must University

    Mestranda em Tecnologias Emergentes em Educação, Must University (MUST).

  • Wanderson Figueira Mendonça, Must University

    Mestre em Tecnologias Emergentes em Educação, Must University (MUST).

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Publicado

2026-04-13

Como Citar

Paiva, L. K. P. A. de, Fonseca, A. B. B. N. da, Rodrigues, A. N., Souza, E. C. de L., Silva, M. C. M. da, Tafarel, V. A., & Mendonça, W. F. (2026). INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL COMO FERRAMENTA DE AVALIAÇÃO AUTOMÁTICA DE APRENDIZAGEM. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(4), 1-13. https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25923

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