EDUCAÇÃO EM MOVIMENTO: INOVAÇÃO, ACESSIBILIDADE E COMPROMISSO COM O FUTURO DA EDUCAÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i4.25035Palabras clave:
Transformação Educacional. Inclusão Escolar. Planejamento Pedagógico. Divisão Digital. Justiça Social.Resumen
O presente artigo teve como objetivo analisar criticamente a articulação entre tecnologia educacional, inclusão e diretrizes institucionais, examinando suas implicações para a qualificação profissional e para a construção de um projeto formativo orientado por justiça social. O estudo abordou a transformação dos processos de ensino diante da expansão de recursos digitais, ambientes virtuais e dispositivos de apoio à aprendizagem, problematizando seus efeitos sobre a participação discente e a organização escolar. Metodologicamente, tratou-se de pesquisa bibliográfica, desenvolvida por meio da seleção e análise de artigos científicos recentes indexados em base acadêmica, com critérios de inclusão fundamentados na relevância temática, atualidade e consistência metodológica, o que possibilitou a comparação entre diferentes perspectivas teóricas e empíricas. Os resultados indicaram que a ampliação do uso de ferramentas digitais esteve associada à expansão do acesso formativo, porém evidenciou limites estruturais relacionados à conectividade, capacitação profissional e regulação normativa. Concluiu-se que a transformação educacional dependeu da integração entre planejamento pedagógico, responsabilidade ética e diretrizes públicas consistentes, sendo insuficiente a mera incorporação instrumental de tecnologias. Ademais, verificou-se que a colaboração profissional e a implementação de recursos adaptativos contribuíram para ampliar a participação estudantil, desde que acompanhadas de suporte institucional adequado.
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