O USO DA ROBÓTICA ASSISTIVA PARA CRIANÇAS PORTADORAS DE NECESSIDADES ESPECIAIS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24952Palavras-chave:
Robótica Assistiva. Educação Inclusiva. Neuroeducação.Resumo
Este estudo investiga o impacto de um robô assistivo com tecnologia adaptativa na promoção da autonomia e engajamento de crianças com deficiências motoras ou intelectuais. O objetivo central foi desenvolver e avaliar a eficácia dessa ferramenta no contexto da educação inclusiva. Adotou-se um estudo de caso com abordagem mista de design sequencial, realizado na Faculdade Santa Terezinha (CEST), em São Luís–MA. Na primeira fase, de estudo de caso com abordagem mista de design sequencial aplicaram-se protocolos de observação e questionários estruturados para medir o desempenho motor e o engajamento afetivo (modos Emocionômetro e suporte sonoro). Na segunda fase, de natureza qualitativa, realizaram-se entrevistas semiestruturadas com alunos, professores e familiares para aprofundar a compreensão dos fenômenos observados. A triangulação de dados revelou que os indicadores numéricos de autonomia convergiram com os relatos subjetivos de melhora na interação pedagógica e linguística (modo contador de histórias). A integração dos dados permitiu concluir que o robô não apenas auxilia em tarefas funcionais, mas transforma a percepção de autoeficácia do aluno. Os achados indicam que a robótica assistiva é uma estratégia viável e replicável, oferecendo contribuições práticas para a neuroeducação e para o fortalecimento de tecnologias educacionais inclusivas no cenário brasileiro.
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