SAÚDE MENTAL E ATIVIDADE FÍSICA NO OPERADOR DE SEGURANÇA PÚBLICA DO AMAZONAS: UMA ABORDAGEM BIOPSICOSSOCIAL E INSTITUCIONAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24770Palavras-chave:
Saúde Mental. Atividade Física. PMAM. Segurança Pública. Direitos Humanos.Resumo
A saúde mental dos operadores de segurança pública no Amazonas é um desafio crítico de gestão institucional. Este artigo analisa a correlação entre a atividade física e a preservação da saúde mental, sob uma abordagem biopsicossocial. O estudo fundamenta-se na premissa de que o estresse operacional, agravado pelas particularidades geoclimáticas da região, como o estresse térmico equatorial e o isolamento geográfico, potencializa o adoecimento psíquico, refletido no aumento alarmante de 300% nos casos de suicídio na PMAM entre 2022 e 2023. A metodologia caracteriza-se por uma pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória, com revisão bibliográfica e documental. Os resultados indicam que a atividade física aeróbica atua como mecanismo de neuroproteção ao estimular a produção da proteína BDNF, favorecendo a resiliência neuronal e a estabilidade emocional. Conclui-se que o condicionamento físico institucionalizado é um moderador essencial contra a fadiga mental, reduzindo erros técnicos e promovendo a dignidade humana. Recomenda-se a superação do estigma organizacional e a integração do exercício à carga horária de serviço como estratégia preventiva e de valorização do capital humano, garantindo a eficiência do policiamento ostensivo no contexto amazônico.
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