GESTÃO DE RISCO E PLANEJAMENTO OPERACIONAL NO CORPO DE BOMBEIROS: O USO DE TECNOLOGIAS EMERGENTES E PROTOCOLOS INTERNOS PARA A EFICIÊNCIA DAS OPERAÇÕES DE RESGATE URBANO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24471Palavras-chave:
Gestão de Risco. Planejamento Operacional. Tecnologias Emergentes.Resumo
Esse artigo buscou analisar a relação entre gestão de risco, planejamento operacional e uso de tecnologias emergentes nas operações do Corpo de Bombeiros, observando como a renovação de frotas e a modernização dos procedimentos internos contribuem para a eficiência dos atendimentos em contextos de resgate urbano. A pesquisa apresenta natureza qualitativa, com abordagem descritiva, fundamentada em revisão bibliográfica e análise documental de normas técnicas, legislações e relatórios institucionais relacionados à atuação dos bombeiros em ambientes urbanos. Os resultados apontam que a adoção de tecnologias como drones, sistemas de informação geográfica (SIG), sensores e soluções baseadas em inteligência artificial favorece a tomada de decisão em tempo real, amplia a segurança das equipes, melhora a coordenação das viaturas e otimiza o uso dos recursos disponíveis. Conclui-se que a eficiência operacional não depende apenas da incorporação de novas tecnologias, mas também de um planejamento estruturado, de processos padronizados e da formação continuada dos profissionais, indicando um novo modelo de gestão pública capaz de reduzir riscos, qualificar o atendimento e assegurar respostas mais rápidas e seguras às emergências urbanas.
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