IMPACTOS DAS VARIAÇÕES ANATÔMICAS DA SELA TÚRCICA NO DIAGNÓSTICO DE NEOPLASIAS HIPOFISÁRIAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.24180Palavras-chave:
Neoplasia Hipofisária. Sela Túrcica. Anatomia. Diagnóstico.Resumo
As neoplasias hipofisárias apresentam-se como um problema de saúde de origem complexa que afeta a região selar, podendo gerar danos endócrinos e neurológicos severos ao longo da vida. Compreender e identificar os impactos das variações anatômicas da sela túrcica no diagnóstico de tumores hipofisários. O estudo consiste em uma revisão integrativa da literatura, realizada a partir da triagem de estudos nas bases de dados BVS, PubMed e ScienceDirect; como critérios de inclusão, foram elegíveis textos disponíveis online, na íntegra e gratuitos, nos idiomas português e inglês, publicados entre 2016 e 2026, que apresentassem compatibilidade com o tema e contemplassem a questão de pesquisa. Entre os 24 artigos selecionados, a maioria era de publicação recente, de caráter descritivo e relatos de caso, publicados predominantemente no periódico Clinical Imaging. Os achados indicaram uma relação direta entre a alteração morfológica da sela túrcica e a conclusão diagnóstica para tumores hipofisários, com influência na tomada de decisão em 70,8% dos estudos. Os principais indicadores foram as variáveis de tamanho e volume (83,3%), além de modificações na integridade estrutural e erosão do assoalho selar (79,1%), que funcionam como preditores de invasividade tumoral. É muito presente a relação entre as variações anatômicas da sela túrcica e a precisão na identificação de neoplasias, evidenciando, em sua grande maioria, que a análise detalhada da arquitetura selar é um pilar essencial para o diagnóstico diferencial e a segurança do raciocínio clínico.
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