ANÁLISE FINAL DA PREVALÊNCIA DE HIPERTENSÃO ARTERIAL EM ACADÊMICOS DE MEDICINA DE UMA UNIVERSIDADE PARTICULAR SUL FLUMINENSE E ASSOCIAÇÃO A FATORES DE RISCO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i3.22478Palavras-chave:
: Dietas, cardiopatias, hipertensão, Exercício e alimento.Resumo
Objetivou-se avaliar a prevalência de hipertensão arterial (HA) e seus fatores de risco associados em jovens do curso de Medicina da Universidade de Vassouras, Campus Vassouras e Miguel Pereira, entre 18 e 35 anos, além de promover a contenção de danos e promoção de saúde. O trabalho foi realizado seguindo as diretrizes de Hipertensão Arterial de 2020 quanto às informações obtidas por meio de questionário, uso correto da balança, esfigmomanômetro e estetoscópio. A pesquisa, que avaliou 304 jovens universitários, revelou uma prevalência de 11,5% de pré-hipertensão e hipertensão arterial. Os achados indicaram que o sexo masculino e o excesso de peso/obesidade são os fatores de risco mais significativamente associados à elevação da pressão arterial nesta população jovem. O sexo masculino, em particular, demonstrou uma predisposição muito superior a alterações pressóricas. Por outro lado, fatores como sedentarismo, consumo excessivo de sódio e história familiar, embora sejam riscos reconhecidos na literatura, não apresentaram associação estatística relevante na amostra. Entre as limitações do estudo, destacam-se o delineamento transversal, que impede a determinação de causalidade, o viés de informação decorrente do questionário autodeclarado e a dependência da aferição da pressão arterial em consultório, sem o uso de técnicas complementares como a MAPA. Adicionalmente, a restrição da amostra a estudantes de Medicina de uma única instituição limita a capacidade de generalização dos resultados.
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