O ÍMPACTO DAS SÍNDROMES MIELODISPLÁSICAS NA EVOLUÇÃO PARA LEUCEMIA MIELOIDE AGUDA

Autores

  • Ana Cristina Conceição Sousa AESPI
  • Juliene Alves de Carvalho AESPI
  • Maria Eduarda da Silva Ribeiro AESPI
  • Sabrina Victória Mágulas Pereira AESPI
  • Yuri Gomes dos Santos AESPI
  • Bianca de Sousa Leal Universidade Federal do Piauí image/svg+xml
  • Diego Pereira de Menezes Universidade Federal do Piauí image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i11.31761

Palavras-chave:

Síndromes mielodisplásicas, Leucemia mieloide aguda, Alterações genéticas

Resumo

Neste artigo, buscou-se sintetizar os principais achados relacionados aos mecanismos moleculares, fatores prognósticos e métodos de diagnóstico e monitoramento envolvidos na progressão das síndromes mielodisplásicas (SMD) para leucemia mieloide aguda (LMA). Foi realizada uma busca bibliográfica nas bases PubMed/MEDLINE e SciELO, utilizando descritores e os operadores booleanos AND e OR, seguida da seleção dos estudos conforme critérios de inclusão e exclusão previamente estabelecidos. Foram analisadas publicações de 2015 a 2026, incluindo estudos originais, revisão sistemática e meta-análise. Os resultados evidenciaram que a progressão das SMD para LMA está associada à evolução clonal, expansão de subclones e aquisição ou persistência de alterações genéticas. Entre os principais fatores relacionados à progressão destacaram-se o aumento do percentual de blastos, citopenias, carga mutacional e alterações em genes como FLT3, RAS, NPM1, IDH1/2, TP53, RUNX1, SRSF2, ASXL1, DNMT3A e STAG2. Os métodos identificados incluíram NGS, citogenética, sequenciamento de célula única, qPCR e citometria de fluxo. Conclui-se que a integração de dados clínicos, hematológicos, citogenéticos e moleculares é fundamental para uma avaliação abrangente do risco de transformação para LMA e para o acompanhamento individualizado dos pacientes.

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Biografia do Autor

  • Ana Cristina Conceição Sousa, AESPI

    Graduanda em Biomedicina - 8º período - Ensino Superior do Piauí AESPI. 

  • Juliene Alves de Carvalho, AESPI

    Graduanda em Biomedicina - 8º período - Ensino Superior do Piauí AESPI.

  • Maria Eduarda da Silva Ribeiro, AESPI

    Graduanda em Biomedicina - 8º período - Ensino Superior do Piauí AESPI. 

  • Sabrina Victória Mágulas Pereira, AESPI

    Graduanda em Biomedicina - 8º período - Ensino Superior do Piauí AESPI. 

  • Yuri Gomes dos Santos, AESPI

    Graduando em Biomedicina - 8º período - Ensino Superior do Piauí AESPI. 

  • Bianca de Sousa Leal, Universidade Federal do Piauí

    Professora, Orientadora. Mestre em farmacologia - Universidade Federal do Piauí UFPI. 

  • Diego Pereira de Menezes, Universidade Federal do Piauí

    Professor Orientador - Mestre em Ciências Farmacêuticas Universidade Federal do Piauí UFPI. 

     

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Publicado

2026-11-05

Como Citar

Sousa, A. C. C., Carvalho, J. A. de, Ribeiro, M. E. da S., Pereira, S. V. M., Santos, Y. G. dos, Leal, B. de S., & Menezes, D. P. de. (2026). O ÍMPACTO DAS SÍNDROMES MIELODISPLÁSICAS NA EVOLUÇÃO PARA LEUCEMIA MIELOIDE AGUDA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(11), 1-12. https://doi.org/10.51891/rease.v12i11.31761

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