O IMPACTO DO ESTRESSE OCUPACIONAL E SOBRECARGA DE TRABALHO EM PROFISSIONAIS DE ENFERMAGEM EM URGÊNCIA E EMERGÊNCIA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31568Palavras-chave:
Emergência, Enfermagem, Estresse ocupacional, TrabalhoResumo
Objetivo: Apresentar os fatores relacionados ao estresse ocupacional em profissionais de enfermagem que atuam em serviços de urgência e emergência e seus impactos na saúde do trabalhador. Método: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura que visa coletar, extrair e analisar dados científicos publicados entre 2021 e 2026, nos idiomas português, inglês e espanhol, disponíveis na íntegra, nas bases de dados PubMed/MEDLINE, SciELO, Dialnet e Periódicos CAPES, utilizando descritores controlados dos vocabulários Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) e Medical Subject Headings (MeSH) e palavras-chave relacionadas ao tema. Resultados: Os serviços de urgência e emergência estão atrelados a altas cargas de estresse, grandes demandas laborais e exigências sobre a habilidade dos profissionais de enfermagem ante tomada de decisões rápidas, eficazes e assertivas. A soma entre a sobrecarga física e a pressão psicológica sobre manejo do paciente crítico favorece a vulnerabilidade a danos físicos, emocionais e psicossociais. Conclusão: A satisfação profissional e os fatores sociodemográficos influenciam a vulnerabilidade da equipe diante de problemas de gestão, rotinas instáveis e falhas nos protocolos de segurança, o que favorece a sobrecarga de trabalho e o estresse ocupacional, comprometendo a saúde física e mental dos profissionais de enfermagem emergencista.
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