CONTRIBUIÇÕES DO MOVIMENTO DE MULHERES CAMPONESAS PARA A AGENDA 2030
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31442Palavras-chave:
Feminismo Camponês, Transformação Social, AgroecologiaResumo
Diante de um cenário de emergência climática, o presente estudo buscou identificar no Movimento de Mulheres Camponesas (MMC) do extremo oeste catarinense, práticas e políticas que contribuem para o desenvolvimento sustentável, em especial sob a perspectiva da Agenda 2030. Para isso foram realizadas entrevistas com participantes do MMC a fim de coletar os dados necessários para a posterior comparação com os objetivos presentes na Agenda global. Trata-se de um estudo de caso com participantes da região extremo oeste de Santa Catarina e que faz uso de uma análise qualitativa de dados coletados por meio de entrevistas semiestruturadas. Além das práticas e políticas das militantes do Movimento apresentarem diversas contribuições à Agenda 2030, identificamos uma construção chamada de “projeto de sociedade”, formada por uma concepção de desenvolvimento sustentável com base na agroecologia.
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