O IMPACTO DA ESTIMULAÇÃO ELÉTRICA NEUROMUSCULAR (EENM) NA FRAQUEZA ADQUIRIDA NA UTI (FAUTI) E SUA INFLUÊNCIA EM DESFECHOS CRÍTICOS: UMA ANÁLISE SOBRE A FORÇA MUSCULAR E O TEMPO DE VENTILAÇÃO MECÂNICA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31358Palavras-chave:
Estimulação Elétrica Neuromuscular, Unidade de Terapia Intensiva, ReabilitaçãoResumo
Objetivo: Analisar as evidências científicas sobre o impacto da estimulação elétrica neuromuscular na força muscular e no tempo de ventilação mecânica em pacientes com fraqueza adquirida na unidade de terapia intensiva. Metodologia: Trata-se de uma revisão bibliográfica integrativa realizada nas bases de dados PubMed, LILACS e Periódicos CAPES, abrangendo estudos publicados entre 2021 e 2026. Foram selecionados seis artigos que atenderam aos critérios de inclusão e exclusão estabelecidos. Resultados: A estimulação elétrica neuromuscular demonstrou benefícios na preservação da massa muscular periférica e respiratória, além de potencial para reduzir a incidência de fraqueza adquirida na unidade de terapia intensiva, especialmente em pacientes sob sedação profunda e idosos. Parâmetros de frequência entre 20 e 50 Hz e sessões diárias de 20 a 60 minutos foram associados à redução do tempo de ventilação mecânica e de internação hospitalar. As correntes de média frequência também apresentaram benefícios relacionados à funcionalidade e ao equilíbrio dinâmico. Conclusão: A estimulação elétrica neuromuscular constitui uma estratégia terapêutica promissora para minimizar os efeitos da imobilização prolongada. Entretanto, a heterogeneidade metodológica dos estudos evidencia a necessidade de protocolos clínicos padronizados para otimizar os resultados funcionais.
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