DETERMINANTES FAMILIARES E COMPORTAMENTAIS RELACIONADOS AO SOBREPESO E À OBESIDADE INFANTOJUVENIL: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA

Autores

  • Suallen Amaral Rocha Machado UNEX https://orcid.org/0009-0001-8368-3702
  • Camila Sampaio de Almeida Campinho UNEX
  • Emanuelle da Silva Ferreira UNEX
  • Valdelino de Jesus Santos Filho UNEX
  • André Luiz Lisboa Cordeiro UNEX

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31343

Palavras-chave:

Obesidade infantojuvenil, Relações familiares, Comportamento alimentar, Atividade física

Resumo

Introdução: A obesidade infantojuvenil é uma doença crônica e multifatorial, de prevalência crescente e com repercussões ao longo da vida. Sua relevância como problema de saúde pública reforça a necessidade de compreender fatores modificáveis do ambiente familiar para orientar estratégias de prevenção e cuidado. Objetivo: Analisar a influência da dinâmica e dos hábitos familiares no desenvolvimento do sobrepeso e da obesidade infantojuvenil. Métodos: Revisão sistemática de estudos observacionais publicados entre junho de 2013 e dezembro de 2025, identificados no PubMed/MEDLINE, SciELO e LILACS, com busca reversa. O marco inicial correspondeu ao reconhecimento da obesidade como doença crônica pela American Medical Association, em junho de 2013. A qualidade metodológica foi avaliada pela Escala de Newcastle-Ottawa e Joanna Briggs Institute. Resultados: Dos 700 registros identificados, nove estudos quantitativos compuseram a amostra final. Práticas alimentares restritivas associaram-se a maior índice de massa corporal em parte dos estudos, enquanto maior envolvimento parental relacionou-se a menor índice; outros não identificaram associação direta. A insegurança alimentar associou-se a práticas parentais mais controladoras. Maior exposição às telas, sedentarismo e hábitos alimentares inadequados relacionaram-se a condições desfavoráveis ao peso. Em contrapartida, apoio parental à atividade física, disponibilidade de equipamentos esportivos e regras para uso de mídia favoreceram comportamentos mais ativos. Obesidade parental e histórico familiar de obesidade associaram-se ao excesso de peso, enquanto maior duração do aleitamento materno apresentou associação favorável. Conclusão: Fatores familiares e comportamentais relacionam-se ao excesso de peso por diferentes mecanismos, reforçando a importância de estratégias preventivas que envolvam crianças, adolescentes e responsáveis.

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Biografia do Autor

  • Suallen Amaral Rocha Machado, UNEX

    Graduanda em Medicina no Centro Universitário de Excelência -UNEX. Feira de Santana - Ba

  • Camila Sampaio de Almeida Campinho, UNEX

    Graduanda em Medicina no Centro Universitário de Excelência -UNEX. Feira de Santana - Ba

  • Emanuelle da Silva Ferreira, UNEX

    Graduanda em Medicina no Centro Universitário de Excelência -UNEX. Feira de Santana - Ba

  • Valdelino de Jesus Santos Filho, UNEX

    Graduanda em Medicina no Centro Universitário de Excelência -UNEX. Feira de Santana - Ba 

  • André Luiz Lisboa Cordeiro, UNEX

    Doutor em Saúde Coletiva pela Universidade Estadual de Feira de Santana – Ba, Docente do Curso e Medicina no Centro Universitário de Excelência -UNEX. Feira de Santana.

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Publicado

2026-10-22

Como Citar

Machado, S. A. R., Campinho, C. S. de A., Ferreira, E. da S., Santos Filho, V. de J., & Cordeiro, A. L. L. (2026). DETERMINANTES FAMILIARES E COMPORTAMENTAIS RELACIONADOS AO SOBREPESO E À OBESIDADE INFANTOJUVENIL: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-19. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31343

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