INCIDÊNCIA E PREVALÊNCIA DE PARESTESIA: REVISÃO DE LITERATURA COM ÊNFASE NA DISTRIBUIÇÃO POR SEXO E FAIXA ETÁRIA

Autores

  • Hellen Silva Serigiolli Centro Universitário Ingá
  • Lariane Rodler Sturion Centro Universitário Ingá
  • Ana Paula Tavares da Silva Centro Universitário Ingá
  • Giovanna Plaza Hamessi Centro Universitário Ingá
  • Gabriel Wellington da Silva Alves Centro Universitário Ingá
  • Francismar Zamberlan Rausch Centro Universitário Ingá

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31313

Palavras-chave:

Parestesia, Nervo alveolar inferior, Nervo lingual, Sexo, Faixa etária

Resumo

A parestesia é uma alteração neurossensorial que pode ocorrer após procedimentos odontológicos, especialmente aqueles que envolvem estruturas nervosas, como os nervos alveolar inferior e lingual. Essa condição pode comprometer a sensibilidade e interferir em funções como mastigação, fala e alimentação, impactando a qualidade de vida dos pacientes. O presente estudo teve como objetivo revisar a literatura científica sobre a incidência e a prevalência da parestesia associada a procedimentos odontológicos, com ênfase em sua distribuição segundo sexo e faixa etária. Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, realizada por meio de buscas nas bases de dados PubMed, SciELO, LILACS, ScienceDirect e Google Scholar, contemplando publicações disponíveis até 2025. Os estudos selecionados foram analisados de forma descritiva e comparativa. Os achados indicaram divergências quanto à influência do sexo na ocorrência da parestesia, embora alguns estudos tenham apontado maior frequência em mulheres. Em relação à idade, observou-se uma tendência de maior ocorrência de lesões neurossensoriais e recuperação mais lenta em pacientes mais velhos, especialmente após procedimentos cirúrgicos complexos, embora os resultados não sejam consensuais. Verificou-se, ainda, que fatores anatômicos, características da intervenção cirúrgica e extensão da lesão neural podem influenciar a ocorrência e o prognóstico dessa condição. Conclui-se que a parestesia apresenta etiologia multifatorial, sendo fundamental o planejamento cirúrgico individualizado, o diagnóstico precoce e o acompanhamento clínico para favorecer a recuperação neurossensorial e reduzir possíveis sequelas.

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Biografia do Autor

  • Hellen Silva Serigiolli, Centro Universitário Ingá

    Centro Universitário Ingá. 

  • Lariane Rodler Sturion, Centro Universitário Ingá

    Centro Universitário Ingá.

  • Ana Paula Tavares da Silva, Centro Universitário Ingá

    Centro Universitário Ingá.

  • Giovanna Plaza Hamessi, Centro Universitário Ingá

    Centro Universitário Ingá.

  • Gabriel Wellington da Silva Alves, Centro Universitário Ingá

    Centro Universitário Ingá.

  • Francismar Zamberlan Rausch, Centro Universitário Ingá

    Professor orientador. Centro Universitário Ingá. 

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Publicado

2026-10-27

Como Citar

Serigiolli, H. S., Sturion, L. R., Silva, A. P. T. da, Hamessi, G. P., Alves, G. W. da S., & Rausch, F. Z. (2026). INCIDÊNCIA E PREVALÊNCIA DE PARESTESIA: REVISÃO DE LITERATURA COM ÊNFASE NA DISTRIBUIÇÃO POR SEXO E FAIXA ETÁRIA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-27. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31313

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