MEDIAÇÃO PEDAGÓGICA E DEFICIÊNCIA INTELECTUAL: ESTRATÉGIAS DO PEDAGOGO PARA O DESENVOLVIMENTO DA AUTONOMIA ESCOLAR
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30917Palavras-chave:
Mediação Pedagógica, Deficiência Intelectual, Autonomia Escolar, EducacaoResumo
Esse artigo buscou analisar as contribuições da mediação pedagógica para o desenvolvimento da autonomia escolar de estudantes com deficiência intelectual no contexto da educação inclusiva. A metodologia empregada caracterizou-se como uma pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório-descritivo, fundamentada na revisão da literatura publicada entre 2015 e 2026, articulada aos referenciais teóricos de Vygotsky LS e Freire P e aos marcos legais brasileiros. Os principais resultados encontraram que a autonomia não constitui um pré-requisito biológico, mas um construto socioconstruído viabilizado pelo Planejamento Educacional Individualizado (PEI), pelo uso de Tecnologias Assistivas, por adequações curriculares e pela avaliação formativa processual. Conclui-se que a atuação intencional do pedagogo na Zona de Desenvolvimento Proximal supera abordagens assistencialistas, consolidando a escola como espaço democrático de aprendizagem e emancipação social do educando.
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