ESPOROTRICOSE FELINA NO BRASIL: EXPANSÃO EPIDEMIOLÓGICA, DESAFIOS TERAPÊUTICOS E PERSPECTIVAS DA FITOTERAPIA COMO ABORDAGEM ADJUVANTE

Autores

  • José Cleyton Nascimento Glins Universidade Federal do Pará image/svg+xml
  • Luciana Silva Ribeiro Martins Universidade Federal Rural da Amazônia image/svg+xml
  • Alana Coelho Maciel Universidade Federal do Pará image/svg+xml
  • Gabriely Ribeiro Guimarães Bello Universidade Federal Rural da Amazônia image/svg+xml
  • Hevenlly Correa Machado Universidade Federal Rural da Amazônia image/svg+xml
  • Lindalva Maria de Meneses Costa Ferreira Universidade Federal do Pará image/svg+xml
  • Alexandre do Rosário Casseb Universidade Federal Rural da Amazônia image/svg+xml
  • Larissa Marcelly Pacheco Zahluth Universidade Federal Rural da Amazônia image/svg+xml
  • Renan Campos e Silva Universidade Federal do Pará image/svg+xml
  • Hellen Kempfer Philippsen Universidade Federal Rural da Amazônia image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30203

Palavras-chave:

Sporothrix brasiliensis, esporotricose felina, itraconazol

Resumo

Esse artigo buscou analisar aspectos clínicos, epidemiológicos e zoonóticos da esporotricose felina, as limitações do tratamento convencional e o potencial de produtos naturais como estratégias terapêuticas adjuvantes. Foi realizada uma revisão narrativa da literatura, com abordagem qualitativa, utilizando publicações disponíveis em bases e plataformas científicas, prioritariamente entre 2020 e 2026. A literatura demonstra expansão da esporotricose para diferentes regiões brasileiras, incluindo aumento recente de casos na região Norte, associado a vulnerabilidades socioeconômicas, limitações da vigilância epidemiológica e subnotificação. O itraconazol permanece como principal opção terapêutica; entretanto, o tratamento prolongado, os efeitos adversos, as dificuldades de administração e as falhas terapêuticas podem comprometer sua eficácia. Produtos vegetais, incluindo extratos e óleos essenciais, têm apresentado atividade antifúngica promissora contra espécies de Sporothrix. Contudo, possíveis interações antagônicas com antifúngicos convencionais reforçam a necessidade de estudos adicionais. Conclui-se que o controle da esporotricose requer vigilância integrada, acesso ao tratamento e desenvolvimento de estratégias terapêuticas adjuvantes seguras e eficazes.

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Biografia do Autor

  • José Cleyton Nascimento Glins, Universidade Federal do Pará

    Mestre em Química Medicinal e Modelagem Molecular. Universidade Federal do Pará

  • Luciana Silva Ribeiro Martins, Universidade Federal Rural da Amazônia

    Docente da Universidade Federal Rural da Amazônia.

  • Alana Coelho Maciel, Universidade Federal do Pará

    Doutora em Ciência e Tecnologia de Alimentos, Universidade Federal do Pará.

  • Gabriely Ribeiro Guimarães Bello, Universidade Federal Rural da Amazônia

    Graduanda em Bacharelado em Biologia pela Universidade Federal Rural da Amazônia

  • Hevenlly Correa Machado, Universidade Federal Rural da Amazônia

    Graduanda em Bacharelado em Biologia pela Universidade Federal Rural da Amazônia

  • Lindalva Maria de Meneses Costa Ferreira, Universidade Federal do Pará

    Farmacêutica Universidade Federal do Pará. 

  • Alexandre do Rosário Casseb, Universidade Federal Rural da Amazônia

    Docente do curso de Medicina Veterinária na Universidade Federal Rural da Amazônia. 

  • Larissa Marcelly Pacheco Zahluth, Universidade Federal Rural da Amazônia

    Médica veterinária Universidade Federal Rural da Amazônia. 

  • Renan Campos e Silva, Universidade Federal do Pará

    Mestre em química Universidade Federal do Pará. 

  • Hellen Kempfer Philippsen, Universidade Federal Rural da Amazônia

    Orientadora Mestre em microbiologia, Doutora em Biotecnologia, Docente da Universidade Federal Rural da Amazônia. 

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Publicado

2026-10-05

Como Citar

Glins, J. C. N., Martins, L. S. R., Maciel, A. C., Bello, G. R. G., Machado, H. C., Ferreira, L. M. de M. C., Casseb, A. do R., Zahluth, L. M. P., Silva, R. C. e, & Philippsen, H. K. (2026). ESPOROTRICOSE FELINA NO BRASIL: EXPANSÃO EPIDEMIOLÓGICA, DESAFIOS TERAPÊUTICOS E PERSPECTIVAS DA FITOTERAPIA COMO ABORDAGEM ADJUVANTE. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-17. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30203

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