ATIVISMO MATERNO E ENFRENTAMENTO À LGBTFOBIA: TESSITURAS SOBRE AS PRÁTICAS EDUCATIVAS DA ORGANIZAÇÃO MÃES DA RESISTÊNCIA NO CONTEXTO DO ESTADO DE PERNAMBUCO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29963Palavras-chave:
Ativismo Materno. LGBTfobia. Práticas Educativas. Mães da Resistência.Resumo
A LGBTfobia caracteriza-se por condutas preconceituosas e violentas, direcionadas a pessoas que não atendem às exigências hegemônicas relacionadas à orientação sexual e identidade de gênero e está alicerçada sob pilares cisheteronomativos. Os movimentos sociais e o ativismo materno são ferramentas importantes de luta, acolhimento e construção de conhecimentos, a partir de práticas educativas, que fortalecem famílias e apoiam pessoas LGBTQI+. Foi partindo destas perspectivas que a pesquisa de que trata este artigo objetivou compreender as contribuições das práticas educativas, da Organização Mães da Resistência, no contexto do estado de Pernambuco. Importante destacar que o estudo integra as produções de um Projeto de Pesquisa financiado pelo CNPq[1]. A metodologia utilizada buscou um diálogo entre a teoria da Epistemologia Qualitativa e o Método do Caso Alargado. Os sentidos atribuídos, a partir da participação, no estudo, da presidenta da Organização, apontaram para a importância das práticas educativas utilizadas, bem como, suas contribuições para famílias e pessoas LGBTQI+, no contexto pernambucano.
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