INFLUÊNCIA DO MICROBIOMA VAGINAL NA GESTAÇÃO: ASSOCIAÇÃO COM PARTO PREMATURO E INFECÇÕES OBSTÉTRICAS

Autores

  • Lucas Ataides Amorim França Universidade Federal do Tocantins image/svg+xml
  • Aleyxo Luiz Rocha Santos ITPAC
  • Delyone de Paula Canedo Filho Universidade Federal do Tocantins image/svg+xml
  • Natalia Oliveira Santana ITPAC
  • Emanuelle Soares Santos UNINOVE
  • Valéria de Freitas Cecconello Vilela ITPAC
  • Victoria Andrade Solano UNINOVE
  • Tiffany Cabanas UNINOVE
  • Suzan Hellen Santos Noroes UNINOVE
  • Giovanna Lopes Marins UNINOVE

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v11i3.18468

Palavras-chave:

Microbioma vaginal. Parto prematuro. Disbiose vaginal.

Resumo

Este estudo revisa a influência do microbioma vaginal na gestação, com foco na associação entre a disbiose vaginal e o aumento do risco de parto prematuro e infecções obstétricas. O microbioma vaginal saudável é predominantemente composto por Lactobacillus spp., mas a alteração desse equilíbrio, chamada disbiose, pode causar complicações, como parto prematuro e infecções do trato genital. A pesquisa sugere que microrganismos patogênicos como Gardnerella vaginalis e Atopobium vaginae podem desencadear respostas inflamatórias locais que favorecem o início prematuro do trabalho de parto. Além disso, o uso de antibióticos, mudanças hormonais e condições clínicas, como diabetes gestacional, influenciam essa composição. A disbiose vaginal tem sido associada à ocorrência de parto prematuro, ruptura das membranas e infecções pós-parto. A análise do microbioma vaginal pode contribuir para o diagnóstico precoce dessas complicações e possibilitar o uso de tratamentos direcionados, como probióticos ou antibióticos, para melhorar os desfechos gestacionais.

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Biografia do Autor

  • Lucas Ataides Amorim França, Universidade Federal do Tocantins

    Médico – Universidade Federal do Tocantins,Residente de Ginecologia e Obstetrícia pela UFT.

  • Aleyxo Luiz Rocha Santos, ITPAC

    Médico – ITPAC Araguaína,Especialista em Ginecologia e Obstetrícia pela UFT.

  • Delyone de Paula Canedo Filho, Universidade Federal do Tocantins

    Médico – Universidade Federal do Tocantins.

  • Natalia Oliveira Santana, ITPAC

    Médica – ITPAC Porto Nacional.

  • Emanuelle Soares Santos, UNINOVE

    Acadêmica de Medicina, UNINOVE.

  • Valéria de Freitas Cecconello Vilela, ITPAC

    Acadêmica de Medicina, ITPAC – Porto Nacional.

  • Victoria Andrade Solano, UNINOVE

    Acadêmica de Medicina, UNINOVE.

  • Tiffany Cabanas, UNINOVE

    Acadêmica de Medicina, UNINOVE.

  • Suzan Hellen Santos Noroes, UNINOVE

    Acadêmica de Medicina, UNINOVE.

  • Giovanna Lopes Marins, UNINOVE

    Acadêmica de Medicina, UNINOVE.

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Publicado

2025-03-20

Como Citar

França, L. A. A., Santos, A. L. R., Canedo Filho, D. de P., Santana, N. O., Santos, E. S., Vilela, V. de F. C., Solano, V. A., Cabanas, T., Noroes, S. H. S., & Marins, G. L. (2025). INFLUÊNCIA DO MICROBIOMA VAGINAL NA GESTAÇÃO: ASSOCIAÇÃO COM PARTO PREMATURO E INFECÇÕES OBSTÉTRICAS. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 11(3), 1392-1403. https://doi.org/10.51891/rease.v11i3.18468

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