DOENÇA CELÍACA: DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO E DESAFIOS NA PRÁTICA CLÍNICA

Autores/as

  • Carolina Gonçalves Barcelos Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais image/svg+xml
  • Evelyn Botrel Mendes Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais image/svg+xml
  • Carla Knopp Barreto Universidade Presidente Antônio Carlos image/svg+xml
  • Julia Caramatti Ferreira Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais image/svg+xml
  • Julia Pitangueira Cardoso Fernandes Faculdade Souza Marques
  • Rogê Pacheco dos Santos Faculdade de Medicina de Barbacena
  • Livia Verdinasse Furukawa Centro Universitário de Adamantina – UniFAI
  • Lucas Pinheiro Costa Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais image/svg+xml
  • João Paulo Damato Dias Barroso Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA
  • João Marcos Silva Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais image/svg+xml
  • Larissa Martins Carvalho Mesquita Nunes Centro Universitário de Belo Horizonte image/svg+xml
  • Luiza Figueiredo Ribeiro Almeida Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v10i8.15115

Palabras clave:

Doença Celíaca. Glúten. Doenças autoimunes.

Resumen

A doença celíaca é uma enteropatia crônica resultante da intolerância permanente ao glúten, uma proteína presente no trigo, cevada e centeio. É desencadeada por mecanismos autoimunes em indivíduos geneticamente predispostos, resultando em uma ampla gama de manifestações clínicas que regridem com a exclusão do glúten da dieta. Com uma prevalência global de aproximadamente 1%, a doença apresenta-se de forma variável, incluindo sintomas gastrointestinais clássicos, manifestações extraintestinais e formas assintomáticas, o que torna seu diagnóstico desafiador. O diagnóstico envolve uma combinação de exames sorológicos, biópsia intestinal e avaliação clínica. Avanços nos marcadores sorológicos, como anticorpos anti-transglutaminase tecidual  e anticorpos para o peptídeo gliadina deaminada, têm melhorado a precisão diagnóstica. O tratamento consiste em uma dieta sem glúten  permanente, que é desafiadora devido às contaminações inadvertidas. O acompanhamento com nutricionistas e gastroenterologistas é essencial para a adesão à dieta e a prevenção de deficiências nutricionais. Pesquisas estão em andamento para desenvolver novas terapias que complementam a dieta sem glúten e melhorem a qualidade de vida dos pacientes celíacos.

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Biografía del autor/a

  • Carolina Gonçalves Barcelos, Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais

    Médica pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

  • Evelyn Botrel Mendes, Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais

    Acadêmica de Medicina. Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

  • Carla Knopp Barreto, Universidade Presidente Antônio Carlos

    Acadêmica de Medicina. Universidade Presidente Antônio Carlos.

  • Julia Caramatti Ferreira, Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais

    Médica pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

  • Julia Pitangueira Cardoso Fernandes, Faculdade Souza Marques

    Acadêmica de Medicina. Faculdade Souza Marques.

  • Rogê Pacheco dos Santos, Faculdade de Medicina de Barbacena

    Acadêmico de Medicina. Faculdade de Medicina de Barbacena – FUNJOB.

  • Livia Verdinasse Furukawa, Centro Universitário de Adamantina – UniFAI

    Acadêmica de Medicina. Centro Universitário de Adamantina – UniFAI.

  • Lucas Pinheiro Costa, Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais

    Acadêmico de Medicina. Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

  • João Paulo Damato Dias Barroso, Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA

    Acadêmico de Medicina. Centro Universitário de Volta Redonda – UniFOA.

  • João Marcos Silva, Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

    Médico pela Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais.

  • Larissa Martins Carvalho Mesquita Nunes, Centro Universitário de Belo Horizonte

    Acadêmica de Medicina. Centro Universitário de Belo Horizonte.

  • Luiza Figueiredo Ribeiro Almeida, Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais

    Médica pela Faculdade de Ciências Médicas de Minas Gerais.

Publicado

2024-08-06

Cómo citar

Barcelos, C. G., Mendes, E. B., Barreto, C. K., Ferreira, J. C., Fernandes, J. P. C., Santos, R. P. dos, Furukawa, L. V., Costa, L. P., Barroso, J. P. D. D., Silva, J. M., Nunes, L. M. C. M., & Almeida, L. F. R. (2024). DOENÇA CELÍACA: DIAGNÓSTICO, TRATAMENTO E DESAFIOS NA PRÁTICA CLÍNICA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 10(8), 641-652. https://doi.org/10.51891/rease.v10i8.15115

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