LESÕES BUCAIS CANCÊR INFANTOJUVENIL: DESAFIOS PARA A ODONTOLOGIA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i11.31785Palavras-chave:
Oncologia, Mucosite, OdontopediatriaResumo
Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), cerca de 400 mil crianças e adolescentes são diagnosticados com câncer anualmente. Observa-se significativa desigualdade regional nesse cenário, visto que, em países desenvolvidos, as taxas de cura do câncer infantil ultrapassam 80%. O objetivo deste trabalho foi evidenciar as condutas e os tratamentos utilizados por cirurgiões-dentistas, bem como as possíveis alterações orais em pacientes oncológicos pediátricos. A metodologia consistiu em revisão da literatura dos últimos cinco anos, com buscas nas bases Google Acadêmico, Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), PubMed e SciELO. Foram excluídos artigos que não correspondiam ao objetivo, estudos duplicados, pesquisas in vivo ou in vitro, trabalhos de conclusão de curso, dissertações, teses, editoriais e cartas ao leitor. Os resultados apontam que a fotobiomodulação apresentou efeitos analgésicos, anti-inflamatórios e cicatrizantes, reduzindo a incidência e a severidade da mucosite oral. Entretanto, a principal limitação reside na ausência de protocolos padronizados quanto à dosimetria, potência e número de sessões, evidenciando a necessidade de padronização universal dessas práticas no ambiente hospitalar. Ressalta-se a importância de incluir cirurgiões-dentistas nas equipes hospitalares, acompanhando os pacientes do início ao término do tratamento e após a cura, dada a relevância do acompanhamento multiprofissional a longo prazo.
Downloads
Downloads
Publicado
Edição
Seção
Categorias
Licença
Atribuição CC BY