CIRURGIA MINIMAMENTE INVASIVA VERSUS CRANIOTOMIA CONVENCIONAL NA HEMORRAGIA INTRACEREBRAL ESPONTÂNEA: REVISÃO SISTEMÁTICA ATUALIZADA DOS DESFECHOS FUNCIONAIS E MODIFICADORES DO EFEITO CIRÚRGICO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29945Palavras-chave:
Hemorragia intracerebral. Cirurgia minimamente invasiva. Craniotomia.Resumo
Objetivo: comparar a eficácia e a segurança da cirurgia minimamente invasiva (MIS) com a craniotomia convencional na hemorragia intracerebral espontânea (HIC) supratentorial e identificar modificadores do efeito cirúrgico. Métodos: revisão sistemática estruturada segundo o PRISMA 2020, com pergunta PICO envolvendo adultos com HIC espontânea supratentorial, MIS como intervenção, craniotomia como comparador principal e desfechos funcionais e perioperatórios. A busca deve ser executada e documentada nas bases PubMed/MEDLINE, Embase, Scopus, Web of Science e CENTRAL, com seleção independente, extração padronizada e avaliação do risco de viés pelo RoB 2. Resultados: a literatura randomizada diretamente comparativa e a meta-análise publicada mais recente sugerem maior probabilidade de desfecho funcional favorável com MIS, menor tempo operatório e menor perda sanguínea em determinadas modalidades, sem diferença inequívoca em mortalidade ou ressangramento. O MISICH reforçou benefício de endoscopia e aspiração estereotáxica em relação à craniotomia, sobretudo em hemorragias profundas. Conclusão: a MIS pode oferecer vantagens em pacientes selecionados, mas modalidade, localização, volume residual, timing e seleção do paciente modificam os resultados. ATENÇÃO EDITORIAL: antes da submissão, devem ser inseridos neste resumo a data final da busca, o número de registros identificados/incluídos e os resultados da avaliação formal do risco de viés após a execução documentada dessas etapas.
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