DETERMINANTES SOCIAIS E CARGA DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS (DCNT) NO BRASIL: IMPLICAÇÕES PARA A SAÚDE PÚBLICA

Autores

  • Joseildes Pereira Alves dos Santos UNIFTC
  • Elis Regina de Oliveira Ferreira FACUMINAS
  • Itamarc dos Santos Fonseca Universidade Estadual do Tocantins
  • Bruno Martins Guimarães Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia image/svg+xml
  • Heluza Monteiro de Oliveira UFCSPA
  • Willian Pereira Batista Centro Universitário Uniredentor
  • Jayne Vieira Nogueira Centro Universitário Redentor
  • Janiélson José de Barros UNiFAVIP Wyden
  • Marialdo Dias Barroso Mendonça UECE
  • Ilana Borges de Carvalho UFAM
  • Ana Virgínia Sousa de Oliveira UNIGRANDE
  • Kelly Monte Sousa FIOCRUZ

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.28261

Palavras-chave:

Determinantes Sociais da Saúde. Doenças não Transmissíveis. Iniquidades em Saúde. Saúde Pública. Brasil.

Resumo

As doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) constituem a principal causa de adoecimento e morte no Brasil e respondem por parcela expressiva da mortalidade prematura, distribuindo-se de modo desigual entre os diferentes estratos sociais. Este estudo teve como objetivo analisar como os determinantes sociais influenciam a ocorrência, a distribuição e a carga das DCNT no Brasil, discutindo suas implicações para o planejamento, a gestão e o fortalecimento das políticas públicas de saúde. Trata-se de uma revisão integrativa da literatura, conduzida nas bases PubMed/MEDLINE, SciELO, LILACS e Biblioteca Virtual em Saúde (BVS), com descritores relacionados a determinantes sociais da saúde, doenças não transmissíveis, iniquidades em saúde, saúde pública e Brasil, combinados por operadores booleanos, contemplando publicações dos últimos cinco anos. Após o processo de seleção, compuseram a amostra final doze estudos, com delineamentos diversos. Os achados evidenciaram que escolaridade, renda, raça/cor, gênero, território e condições de trabalho atuam como eixos estruturantes da carga de DCNT, produzindo gradientes sociais consistentes na prevalência, na gravidade e na mortalidade dessas doenças. Observou-se que populações mais vulneráveis concentram maior morbimortalidade e enfrentam barreiras adicionais de acesso aos serviços, ao mesmo tempo em que as DCNT impõem custos crescentes ao Sistema Único de Saúde. Conclui-se que o enfrentamento da carga de DCNT exige políticas intersetoriais e sensíveis às iniquidades, capazes de articular promoção da saúde, fortalecimento da atenção primária e atuação sobre as causas sociais do adoecimento.

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Biografia do Autor

  • Joseildes Pereira Alves dos Santos, UNIFTC

    Pós-graduação em Obstetrícia e UTI adultos, UNIFTC. 

  • Elis Regina de Oliveira Ferreira, FACUMINAS

    Pós-graduação em Docência do Ensino superior e enfermagem, FACUMINAS. 

  • Itamarc dos Santos Fonseca, Universidade Estadual do Tocantins

    Especialização em Gestão Pública, Universidade Estadual do Tocantins. 

  • Bruno Martins Guimarães, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia

    Pós-graduação Lato Sensu em Saúde Pública. Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Rondônia. 

  • Heluza Monteiro de Oliveira, UFCSPA

    Doutoranda em Ciências da Saúde, UFCSPA.

  • Willian Pereira Batista, Centro Universitário Uniredentor

    Especialização em Fisioterapia na UTI Neonatal e Pediátrica, Centro Universitário Uniredentor. 

  • Jayne Vieira Nogueira, Centro Universitário Redentor

    Pós-graduação em Fisioterapia em UTI Neonatal e Pediátrica, Centro Universitário Redentor.

  • Janiélson José de Barros, UNiFAVIP Wyden

    Pós-graduação em UTI com ênfase em gestão e controle de infecção hospitalar, UNiFAVIP Wyden.

  • Marialdo Dias Barroso Mendonça, UECE

    Mestrado em Gestão em Saúde, Universidade Estadual do Ceará – UECE.

  • Ilana Borges de Carvalho, UFAM

    Graduanda em Farmácia, Universidade Federal do Amazonas – UFAM.

  • Ana Virgínia Sousa de Oliveira, UNIGRANDE

    Graduanda em Administração, Faculdade Grande Fortaleza – UNIGRANDE.

  • Kelly Monte Sousa, FIOCRUZ

    Mestranda em Saúde da Família, Fundação Oswaldo Cruz – FIOCRUZ.

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Publicado

2026-07-01

Como Citar

Santos, J. P. A. dos, Ferreira, E. R. de O., Fonseca, I. dos S., Guimarães, B. M., Oliveira, H. M. de, Batista, W. P., Nogueira, J. V., Barros, J. J. de, Mendonça, M. D. B., Carvalho, I. B. de, Oliveira, A. V. S. de, & Sousa, K. M. (2026). DETERMINANTES SOCIAIS E CARGA DE DOENÇAS CRÔNICAS NÃO TRANSMISSÍVEIS (DCNT) NO BRASIL: IMPLICAÇÕES PARA A SAÚDE PÚBLICA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(6), 1-12. https://doi.org/10.51891/rease.v12i6.28261

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