INTERNAÇÕES HOSPITALARES POR TRAUMATISMO CRANIOENCEFÁLICO EM CRIANÇAS E ADOLESCENTES: UMA ANÁLISE NACIONAL
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24332Palavras-chave:
Trauma craniocerebral. Pediatria. Epidemiologia.Resumo
Traumatismo cranioencefálico (TCE) é a maior causa de óbito em crianças, apresentando-se como um desafio às intervenções emergentes e precisas. A partir deste estudo ecológico e descritivo, objetivou-se evidenciar o perfil epidemiológico das internações por TCE em crianças e adolescentes, no Brasil, no período de janeiro de 2020 a novembro de 2025. Os dados foram coletados no DATASUS (SIH/SUS e SIM) e analisados pelas variáveis: idade, raça/etnia, sexo, região, ano de processamento, ano de atendimento, custo por internação e custo total. No período analisado, foram 114.417 internações, com predominância do sexo masculino, em todas as regiões do país, na faixa etária dos 15 aos 19 anos. A etnia parda foi a mais acometida, exceto no Sul, onde há mais casos de pessoas brancas. Após 2022, foi observado que apesar da melhora dos índices associados ao número de internações, mortalidade e custo anual - o valor gasto por internação quase dobrou. Conclui-se, assim, que a epidemiologia dos TCE, na pediatria, demonstra relevante capacidade de mortalidade e injúrias, necessitando de maiores intervenções estatais e médicas no tema, bem como estratégias de prevenção e maior suporte financeiro aos locais com maior prevalência.
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