PROTAGONISMO INFANTIL: A AFETIVIDADE EM QUESTÃO

Autores

  • Gleice José Maria  Christian Business School
  • Rozineide Iraci Pereira da Silva Christian Business School

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24240

Palavras-chave:

Protagonismo infantil. Afetividade. Educação infantil. Desenvolvimento humano. Relações pedagógicas.

Resumo

Este artigo discute a relação intrínseca entre afetividade e protagonismo infantil no cenário educacional, fundamentado em uma revisão bibliográfica de natureza teórica. Parte-se da ideia de que a afetividade, enquanto componente estruturante das interações humanas, é essencial para o desenvolvimento da autonomia, da autoestima e da capacidade de participação ativa das crianças. Autores como Wallon, Vygotsky, Piaget, Freire e Nóvoa são utilizados como referencial teórico para analisar como práticas pedagógicas que valorizam os vínculos afetivos possibilitam o exercício do protagonismo na infância. Observa-se que a afetividade, quando intencionalmente integrada às práticas docentes, potencializa a escuta, a expressão e a construção coletiva do conhecimento, favorecendo o reconhecimento da criança como sujeito de direitos e agente ativo em seu processo formativo. O estudo traz uma singela contribuição para o debate atual sobre uma educação democrática, dialógica e humanizada, propondo uma reflexão crítica sobre os desafios e as possibilidades da valorização da afetividade como caminho para o fortalecimento do protagonismo infantil.

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Biografia do Autor

Gleice José Maria,  Christian Business School

Doutoranda pela CBS- Christian Business School.

Rozineide Iraci Pereira da Silva, Christian Business School

PHD e doutora pela Christian Business School- Professora orientadora.

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Publicado

2026-02-23

Como Citar

Maria, G. J., & Silva, R. I. P. da. (2026). PROTAGONISMO INFANTIL: A AFETIVIDADE EM QUESTÃO. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(2), 1–8. https://doi.org/10.51891/rease.v12i2.24240