MANEJO ENDODÔNTICO EM DENTIÇÃO DECÍDUA: FUNDAMENTOS CLÍNICOS E IMPLICAÇÕES TERAPÊUTICAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31513Palavras-chave:
Dentição Decídua, Terapia Pulpar, Pulpotomia, Pulpectomia, OdontopediatriaResumo
A manutenção dos dentes decíduos até a esfoliação fisiológica depende de diagnóstico adequado e da escolha de condutas compatíveis com a condição pulpar e com o prognóstico do elemento dentário. O estudo teve como objetivo analisar o manejo endodôntico em dentição decídua, considerando os fundamentos clínicos, as técnicas e os materiais empregados no tratamento pulpar. Foi realizada revisão integrativa da literatura, com abordagem qualitativa e caráter descritivo, a partir de estudos publicados entre 2021 e 2026 nas bases PubMed, SciELO, LILACS, Scopus e Web of Science. Após as etapas de identificação, triagem e elegibilidade, 20 estudos compuseram a amostra final. Os resultados mostraram predomínio de pesquisas sobre pulpotomia, pulpectomia, materiais biocerâmicos, materiais obturadores e sistemas de instrumentação. Os cimentos à base de silicato de cálcio apresentaram resultados clínicos e radiográficos favoráveis em pulpotomias, enquanto diferentes materiais utilizados em pulpectomias também apresentaram taxas satisfatórias. Concluiu-se que a escolha terapêutica deve considerar diagnóstico pulpar, achados clínicos e radiográficos, estágio de reabsorção radicular, técnica empregada, material selecionado e acompanhamento posterior.
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