ADESÃO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE À HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS E PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ADULTA: REVISÃO INTEGRATIVA

Autores

  • Bianca Luzia Apolinário Frederichi Faculdades Integradas Aparício Carvalho image/svg+xml
  • Noemi Hadassa Lopes Pereira Faculdades Integradas Aparício Carvalho image/svg+xml
  • Ricardo Vidal Ribeiro Faculdades Integradas Aparício Carvalho image/svg+xml
  • Juliana Alves Simplicio Faculdades Integradas Aparício Carvalho image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31174

Palavras-chave:

Higiene das mãos, Unidades de Terapia Intensiva, Infecção hospitalar, Segurança do paciente

Resumo

Esse artigo buscou analisar os fatores que influenciam a adesão dos profissionais de saúde à higienização das mãos em unidades de terapia intensiva e suas repercussões para a prevenção das infecções relacionadas à assistência à saúde. Para isto, utilizou-se do método de revisão integrativa da literatura realizada com artigos publicados entre 2015 e 2025, em português e inglês, localizados em SciELO, Biblioteca Virtual em Saúde, LILACS, BDENF, portais de periódicos e busca acadêmica complementar. Foram aplicados critérios de pertinência temática, disponibilidade do texto completo e abordagem da adesão, das barreiras ou das estratégias de melhoria. Após remoção de quatro duplicatas, 17 estudos compuseram a síntese. Como resultados, observa-se que os estudos observacionais mostraram adesão heterogênea e frequentemente insuficiente, com menor cumprimento antes do contato com o paciente e antes de procedimentos assépticos, identificou-se que conhecimento elevado não garantiu execução adequada. A Sobrecarga, pressão de tempo, falhas de infraestrutura, disponibilidade de insumos, cultura organizacional, influência das lideranças e percepção de risco são fatores que interferiram no comportamento. Ações de educação permanente, devolutiva individualizada, monitoramento, participação de líderes e intervenções multimodais são fatores favoreceram a adesão a correta higienização das mãos. Com base na revisão realizada, conclui-se que a higienização das mãos depende de condições individuais e sistêmicas; portanto, ações educativas isoladas são insuficientes sem suporte organizacional, recursos acessíveis, dimensionamento de pessoal e acompanhamento contínuo.

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Biografia do Autor

  • Bianca Luzia Apolinário Frederichi, Faculdades Integradas Aparício Carvalho

    Graduanda de Enfermagem, Centro Universitário Aparício Carvalho - FIMCA, Cacoal, Rondônia, Brasil. 

  • Noemi Hadassa Lopes Pereira, Faculdades Integradas Aparício Carvalho

    Graduanda em Enfermagem, Centro Universitário Aparício Carvalho (FIMCA), Cacoal, Rondônia, Brasil. 

  • Ricardo Vidal Ribeiro, Faculdades Integradas Aparício Carvalho

    Graduando de Enfermagem, Centro Universitário Aparício Carvalho - FIMCA, Cacoal, Rondônia, Brasil. 

  • Juliana Alves Simplicio, Faculdades Integradas Aparício Carvalho

    Professora e orientadora no curso de enfermagem na instituição, Centro Universitário Aparício Carvalho – FIMCA -Cacoal, Rondônia, Brasil. 

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Publicado

2026-10-16

Como Citar

Frederichi, B. L. A., Pereira, N. H. L., Ribeiro, R. V., & Simplicio, J. A. (2026). ADESÃO DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE À HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS E PREVENÇÃO DE INFECÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA ADULTA: REVISÃO INTEGRATIVA. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-10. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31174

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