PERFIL EPIDEMIOLÓGICO DOS CASOS DE SÍFILIS CONGÊNITA NO ESTADO DE ALAGOAS ENTRE O PERÍODO DE 2013 A 2023
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.31006Palavras-chave:
Alagoas, Gestante, Perfil epimdeiologico, Sifilis CongênitaResumo
Este artigo buscou traçar o perfil epidemiológico dos casos de Sífilis Congênita, uma doença infecto contagiosa sistêmica, sexualmente transmissível que evolui cronicamente e exclusivamente em humanos, no estado de Alagoas entre 2013 a 2023. Foi realizado um estudo transversal, com análise da tendência temporal retrospectiva com a abordagem epidemiológica, através da análise constante de dados públicos, primordialmente, fornecidos pelo Departamento de Informática do Sistema Único de Saúde (DATASUS) do Ministério da Saúde e sintetizados pelo TABNET, tabulador de domínio público. Observou-se 4200 casos comfirmados de sifilis congênita no período de 2013-2023 no estado de Alagoas, com evidencia de concentração expressiva das notificações nos municípios de maior porte populacional, com destaque para Maceió, com mais de 80% dos registros totais. Diante desses achados, conclui-se que, embora o rastreamento neonatal esteja ocorrendo de forma relativamente eficaz, há falhas persistentes no cuidado pré-natal e na prevenção da transmissão vertical. É fundamental investir na qualificação da assistência à gestante e ao parceiro, especialmente nas regiões interioranas.
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