CICLISMO: IMPACTOS NOS SISTEMAS DE SUPORTE E METABOLISMO – UMA REVISÃO NARRATIVA DAS ADAPTAÇÕES CARDIORRESPIRATÓRIAS, MUSCULOESQUELÉTICAS E METABÓLICAS
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.28890Palavras-chave:
Ciclismo. Sistema cardiovascular. Sistema respiratório. Sistema musculoesquelético. Metabolismo energético.Resumo
O ciclismo é uma atividade física amplamente praticada, utilizada como esporte, lazer e meio de transporte. Esta revisão narrativa teve como objetivo sintetizar as evidências científicas sobre os impactos do ciclismo nos sistemas de suporte e metabolismo: cardiovascular, pulmonar, musculoesquelético e metabólico. Foram analisados artigos publicados majoritariamente entre 2015 e 2026, indexados nas bases PubMed, Scopus e Web of Science. Os resultados demonstraram que o ciclismo promove redução da frequência cardíaca de repouso, aumento da variabilidade da frequência cardíaca e melhora da capacidade aeróbica. No sistema pulmonar, o ciclismo melhora a capacidade ventilatória, a difusão pulmonar de gases e a eficiência dos músculos respiratórios. No sistema musculoesquelético, o ciclismo recruta predominantemente os músculos dos membros inferiores, promovendo adaptações neuromusculares específicas, embora o ciclismo isolado prejudique a saúde óssea, exigindo a incorporação de exercícios de impacto e treino de força. No sistema metabólico, o ciclismo melhora o controle glicêmico e reduz a resistência à insulina em pessoas com diabetes tipo 2, pré-diabetes, sobrepeso e obesidade. Conclui-se que o ciclismo é uma ferramenta acessível e eficaz para a promoção da saúde cardiovascular, pulmonar, musculoesquelética e metabólica.
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