OBESIDADE COMO FATOR DE RISCO PARA O AGRAVAMENTO DO DIABETES MELLITUS TIPO 2: UM ESTUDO ECOLÓGICO

Autores/as

  • Izadora Pala Toledo Universidad de Buenos Aires image/svg+xml
  • Ana Giullia de Alencar Araújo Instituto de Educação Médica
  • Caroline Zorzi Estácio
  • Fabrícia Gomes Miguel Centro Universitário São Lucas image/svg+xml
  • Giovana de Miranda Franco Costa Centro Universitário de Volta Redonda image/svg+xml
  • Jocyane de Sousa Possidônio dos Santos Universidade Federal do Piauí image/svg+xml
  • Tayná Santos Dias Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos
  • Johny Carlos de Queiroz Universidade Estadual do Ceará image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30428

Palabras clave:

Diabetes mellitus. Obesidade. agravamento.

Resumen

Este artigo buscou analisar a relação entre obesidade e Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) no Brasil, destacando seu impacto na morbimortalidade e a necessidade de estratégias eficazes de prevenção e tratamento. Trata-se de um estudo transversal, observacional e ecológico sobre morbidade hospitalar e mortalidade por diabetes e obesidade entre 2019 e 2023, utilizando dados secundários do DATASUS, provenientes do SIH/SUS e SIM, além de informações do Vigitel e IBGE. O Vigitel 2023 revelou aumento significativo da obesidade e do excesso de peso entre adultos brasileiros, com a prevalência de obesidade passando de 11,8% em 2006 para 24,3% em 2023. Entre 2019 e 2023, ocorreram 45.811 internações por obesidade, concentradas principalmente nas regiões Sudeste e Sul, e 18.841 óbitos associados à condição, predominando no Sudeste e entre mulheres. O diabetes registrou 664.651 casos no período e 366.896 óbitos, também com maior concentração no Sudeste e no sexo feminino. Os resultados reforçam que o enfrentamento da obesidade e do DM2 exige, além do tratamento clínico, políticas públicas, ações preventivas, educação em saúde e promoção de hábitos saudáveis, considerando ainda o impacto do sedentarismo e das desigualdades sociais sobre essas condições e sua repercussão na saúde coletiva da população brasileira.

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Biografía del autor/a

  • Izadora Pala Toledo, Universidad de Buenos Aires

    Autora. Discente do Curso de Medicina na Universidad de Buenos Aires.

  • Ana Giullia de Alencar Araújo, Instituto de Educação Médica

    Coautora. Discente do Curso de Medicina no Instituto de Educação Médica.

  • Caroline Zorzi, Estácio

    Coautora. Discente do Curso de Medicina na Estácio.

  • Fabrícia Gomes Miguel, Centro Universitário São Lucas

    Coautora. Discente do Curso de Medicina no Centro Universitário São Lucas.

  • Giovana de Miranda Franco Costa, Centro Universitário de Volta Redonda

    Coautora. Discente do Curso de Medicina no Centro Universitário de Volta Redonda.

  • Jocyane de Sousa Possidônio dos Santos, Universidade Federal do Piauí

    Coautora.Discente do Curso de Medicina na Universidade Federal do Piauí.

  • Tayná Santos Dias, Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos

    Coautora. Discente do Curso de Medicina no Centro Universitário do Planalto Central Apparecido dos Santos.

  • Johny Carlos de Queiroz, Universidade Estadual do Ceará

    Orientador.Doutor em Cuidados Clínicos em Enfermagem e Saúde pela Universidade Estadual do Ceará.

Publicado

2026-09-23

Cómo citar

Toledo, I. P., Araújo, A. G. de A., Zorzi, C., Miguel, F. G., Costa, G. de M. F., Santos, J. de S. P. dos, Dias, T. S., & Queiroz, J. C. de. (2026). OBESIDADE COMO FATOR DE RISCO PARA O AGRAVAMENTO DO DIABETES MELLITUS TIPO 2: UM ESTUDO ECOLÓGICO. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(9), 1-13. https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30428

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