EFICÁCIA DA ATROPINA EM BAIXA DOSE NA ESTABILIZAÇÃO DA MIOPIA INFANTIL: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DAS EVIDÊNCIAS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29249

Palavras-chave:

Miopia. Atropina. Progressão da Doença. Criança. Resultado do Tratamento.

Resumo

A miopia consolidou-se como um dos principais desafios de saúde pública global, sendo que o aumento de sua prevalência eleva significativamente o risco de longo prazo para complicações oculares graves. Contudo, persistem disparidades na literatura quanto à eficácia clínica e aos regimes de dosagem ideais, por esse motivo este estudo analisou as evidências clínicas atuais acerca da eficácia de diferentes concentrações de atropina em baixas doses no controle da progressão da miopia na população pediátrica. Realizou-se uma busca sistemática da literatura na base de dados PubMed e Portal de Periódico CAPES seguindo as diretrizes PRISMA. Foram incluídos 8 artigos publicados entre 2016 e 2026. A qualidade metodológica e o risco de viés foram avaliados por meio da ferramenta Cochrane Risk of Bias 2 (RoB 2).  A atropina a 0,05% apresentou os resultados mais consistentes, reduzindo significativamente a progressão do alongamento axial, sem efeito rebote clínico relevante. Outras concentrações analisadas mostraram resultados terapêuticos inferiores ou desfechos desfavoráveis a longo prazo. As evidências analisadas apontam que a atropina tópica é eficaz no controle da miopia infantil, proporcionando mitigação do alongamento axial, levando a uma melhor qualidade de vida e redução da condição.

Downloads

Não há dados estatísticos.

Biografia do Autor

Laura inês Dias Narimatsu, Unicesumar

Acadêmico de medicina da Unicesumar.

Ariadna Liliane Guimarães da Silva, Unicesumar

Acadêmico de medicina da Unicesumar.

Downloads

Publicado

2026-08-03

Como Citar

Narimatsu, L. inês D., & Silva, A. L. G. da. (2026). EFICÁCIA DA ATROPINA EM BAIXA DOSE NA ESTABILIZAÇÃO DA MIOPIA INFANTIL: UMA REVISÃO SISTEMÁTICA DAS EVIDÊNCIAS . Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(8), 1–15. https://doi.org/10.51891/rease.v12i8.29249