IMPACTO DO MÉTODO CANGURU NA HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL

Autores

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.27791

Resumo

Introdução: A prematuridade configura-se como um relevante desafio de saúde pública em âmbito global, em virtude de sua alta incidência e do impacto expressivo nos índices de morbidade e mortalidade neonatal. Dessa forma, a prematuridade associa-se à imaturidade funcional de diversos sistemas orgânicos, sobretudo os sistemas respiratório, neurológico e imunológico, o que amplia a necessidade de internação em Unidades de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN).A enfermagem desempenha papel fundamental nesse cenário, atuando diretamente na implementação de estratégias assistenciais que favoreçam a estabilidade clínica do recém-nascido e o fortalecimento do vínculo familiar. Dentre essas estratégias, destaca-se o Método Canguru. Objetivo: analisar as evidências científicas acerca da contribuição da implementação padronizada das três fases do Método Canguru na promoção da assistência humanizada, na melhoria dos desfechos clínicos e no desenvolvimento do recém-nascido prematuro, bem como avaliar seu impacto na autonomia dos pais no cuidado após a alta hospitalar. Método: Trata-se de uma revisão integrativa da literatura dos últimos 5 anos, método que possibilita a síntese e a compreensão do conhecimento científico já produzido sobre determinado tema. Segundo Alvarenga et al. (2024), esse tipo de revisão reúne e identifica estudos relevantes, favorecendo uma compreensão ampliada do fenômeno investigado. Para sua realização, foram seguidas as etapas de definição da pergunta norteadora com base na estratégia PICO, busca e seleção dos estudos primários, extração dos dados, avaliação crítica dos estudos incluídos, síntese dos resultados e apresentação da revisão. Resultados: Os estudos analisados concordam sobre os benefícios do Método Canguru (MC) para a saúde clínica, fisiológica e emocional do recém-nascido prematuro, especialmente no contexto da Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTIN). Conclusões:  Proporcionaram uma síntese relevante da literatura sobre o impacto do método canguru na humanização da assistência na unidade de terapia intensiva neonatal, apresentando resultados distribuídos em quatro dimensões: fortalecimento do vínculo entre pais e filho, melhora das condições fisiológicas do recém-nascido, ampliação do conhecimento e da autonomia da família e aprimoramento das práticas desenvolvidas pela equipe de enfermagem.

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Biografia do Autor

Maria Luize Leite Gois, Universidade Tiradentes

Discente do curso de enfermagem da Universidade Tiradentes.

Bianca Pereira dos Santos, Universidade Tiradentes

Discente do curso de enfermagem da Universidade Tiradentes.

Joanh Victor de Oliveira Souza, Universidade Tiradentes

Discente do curso de enfermagem da Universidade Tiradentes.

Isabela Teles de Souza, Universidade Tiradentes

Enfermeira . Docente da Universidade Tiradentes. Mestrado saúde e ambiente.

Elisângela Ferreira Minari, Universidade Tiradentes

Enfermeira . Docente da Universidade Tiradentes. Mestre em Educação.

Renata Roberta Dantas Silva

Enfermeira. Mestre em enfermagem.

Kellison Alves Souza, Universidade Tiradentes

Enfermeira. Docente da Universidade Tiradentes.

Adenilson Santos, Universidade Tiradentes

Enfermeira . Docente da Universidade Tiradentes. Doutorado em ciências da saúde.

Alan Santos Oliveira, Universidade Tiradentes

Enfermeira. Docente da Universidade Tiradentes. Doutor em ciências da saúde.

Mayara Santos Cavalcante, Universidade Tiradentes

Professora orientadora , enfermeira, especialista em unidade de terapia intensiva neonatal e pediatria, Mestre em enfermagem. Docente da Universidade Tiradentes.

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Publicado

2026-09-23

Como Citar

Gois, M. L. L., Santos, B. P. dos, Souza, J. V. de O., Souza, I. T. de, Minari, E. F., Silva, R. R. D., … Cavalcante, M. S. (2026). IMPACTO DO MÉTODO CANGURU NA HUMANIZAÇÃO DA ASSISTÊNCIA EM UNIDADE DE TERAPIA INTENSIVA NEONATAL. Revista Ibero-Americana De Humanidades, Ciências E Educação, 12(9), 1–17. https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.27791