MONITORAMENTO REMOTO DO PACIENTE NO PERÍODO PÓS-OPERATÓRIO DE CIRURGIAS DE PEQUENO E MÉDIO PORTE APÓS ALTA HOSPITALAR
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i11.31686Palavras-chave:
Monitoramento remoto de pacientes, Assistência integral à saúde, Enfermagem, Cuidados pós-operatórioResumo
Esse artigo buscou avaliar a experiência do monitoramento remoto em pacientes submetidos em cirurgias de pequeno e médio porte no período após alta hospitalar. Trata-se de uma pesquisa de intervenção, com abordagem predominantemente qualitativa, realizada com 11 pacientes submetidos a cirurgias eletivas entre setembro e dezembro de 2025, em um hospital de pequeno porte em um município do interior da Paraíba. Os participantes foram convidados no pré-operatório e acompanhados durante 30 dias após a alta hospitalar por meio do WhatsApp, recebendo assistência de enfermagem diária e esclarecimento de dúvidas. Após o acompanhamento, foi realizada uma entrevista para identificar as percepções dos participantes acerca da experiência. Os dados qualitativos foram analisados por meio da análise de conteúdo no software Iramuteq, enquanto os quantitativos foram organizados em planilhas e submetidos à análise descritiva. Os resultados demonstraram que os participantes perceberam o monitoramento remoto como uma experiência positiva, relacionada à continuidade da assistência, fortalecimento do vínculo, comunicação ativa e incentivo ao autocuidado. Conclui-se que o monitoramento remoto se configura como uma estratégia eficaz para fortalecer a assistência de enfermagem no período pós-alta cirúrgica.
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