SEGURANÇA CARDIOVASCULAR DA TERAPIA HORMONAL DA MENOPAUSA: INFLUÊNCIA DA VIA DE ADMINISTRAÇÃO, FORMULAÇÃO E JANELA DE OPORTUNIDADE

Autores

  • Marianna Sales Universidade de Vassouras
  • Maria Eduarda Pontes de Freitas Universidade de Vassouras
  • Letícia Ferreira de Oliveira Universidade de Vassouras
  • Maria Eduarda Leonardo Barbosa Universidade de Vassouras
  • Ênio Nazareth de Oliveira Universidade de Vassouras
  • Ana Luiza dos Santos Universidade de Vassouras

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30830

Palavras-chave:

Menopausa, Terapia hormonal, Doenças cardiovasculares

Resumo

A terapia hormonal da menopausa (THM) é o tratamento mais eficaz para sintomas vasomotores, mas seus efeitos cardiovasculares dependem do perfil clínico, do momento de início, da formulação e da via de administração. Esta revisão analisou a segurança cardiovascular da THM em mulheres na peri e pós-menopausa. Foi realizada revisão integrativa, com relato estruturado conforme o PRISMA 2020, nas bases PubMed/MEDLINE e SciELO, considerando publicações de 18 de agosto de 2021 a 18 de agosto de 2026. A busca identificou 569 registros; após remoção de uma duplicata, triagem e leitura integral, 27 publicações compuseram a síntese. Os estudos mostraram resultados heterogêneos: regimes orais combinados e tibolona apresentaram sinais mais consistentes de tromboembolismo venoso, doença isquêmica e acidente vascular cerebral em coortes; a terapia transdérmica não demonstrou proteção cardiovascular universal. Ensaios e análises do Women’s Health Initiative sugeriram neutralidade cardiovascular em mulheres sintomáticas de 50–59 anos, enquanto o risco aumentou em idades mais avançadas. Conclui-se que a THM não deve ser prescrita para prevenção primária cardiovascular; quando indicada para sintomas, exige estratificação individual de risco, decisão compartilhada e escolha criteriosa de dose, via e progestógeno.

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Biografia do Autor

  • Marianna Sales, Universidade de Vassouras

    Discente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras.

  • Maria Eduarda Pontes de Freitas, Universidade de Vassouras

    Discente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras.

  • Letícia Ferreira de Oliveira, Universidade de Vassouras

    Discente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras.

  • Maria Eduarda Leonardo Barbosa, Universidade de Vassouras

    Discente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras.

  • Ênio Nazareth de Oliveira, Universidade de Vassouras

    Discente do curso de Medicina da Universidade de Vassouras.

  • Ana Luiza dos Santos, Universidade de Vassouras

    Docente da Universidade de Vassouras.

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Publicado

2026-10-02

Como Citar

Sales, M., Freitas, M. E. P. de, Oliveira, L. F. de, Barbosa, M. E. L., Oliveira, Ê. N. de, & Santos, A. L. dos. (2026). SEGURANÇA CARDIOVASCULAR DA TERAPIA HORMONAL DA MENOPAUSA: INFLUÊNCIA DA VIA DE ADMINISTRAÇÃO, FORMULAÇÃO E JANELA DE OPORTUNIDADE. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 12(10), 1-15. https://doi.org/10.51891/rease.v12i10.30830

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