EXSANGUINEOTRANSFUSÃO COMO TRATAMENTO DA SÍNDROME TORÁCICA AGUDA EM PORTADORES DA ANEMIA FALCIFORME

Autores

  • Maraísa Finotto de Oliveira Centro Universitário de Adamantina image/svg+xml
  • Ana Clara Ribeiro da Costa Universidade Unigranrio image/svg+xml
  • André de Oliveira Andrade Centro universitário Serra dos órgãos - UNIFESO
  • Célio Amorim dos Santos Neto Centro universitário Alfredo Nasser
  • Eduardo Brasil de Souza Universidade de São Paulo image/svg+xml
  • Isabelle Amaral Avellar Universidade do Grande Rio
  • Jéssika Rosa Gonçalves de Oliveira Universidade de Rio Verde image/svg+xml
  • Marina Alves da Silva Universidade do Grande Rio
  • Vanessa Ferreira de Sena Soares Universidade de Rio Verde image/svg+xml

DOI:

https://doi.org/10.51891/rease.v10i6.14388

Palavras-chave:

Transfusão Total. Síndrome Torácica Aguda. Anemia Falciforme.

Resumo

A anemia falciforme é uma doença hereditária caracterizada pela produção de hemoglobina S (HbS), que resulta na deformação dos glóbulos vermelhos em forma de foice, levando a complicações graves como a síndrome torácica aguda (STA). A STA é uma das principais causas de mortalidade em pacientes com anemia falciforme, caracterizada por novos infiltrados pulmonares visíveis na radiografia de tórax, acompanhados de sintomas respiratórios e febre. A exsanguineotransfusão, ou troca de glóbulos vermelhos, tem se mostrado eficaz no tratamento da STA, reduzindo rapidamente os níveis de HbS e melhorando a oxigenação tecidual. Este estudo visa revisar a eficácia e segurança da exsanguineotransfusão como tratamento para a STA em pacientes com anemia falciforme. A metodologia seguiu as diretrizes PRISMA e utilizou a estratégia PICO para formular a pergunta de pesquisa. A pesquisa foi conduzida na BVS, utilizando descritores específicos e incluindo artigos em inglês, espanhol, francês e português. Após a triagem, seis artigos foram incluídos na revisão. Os resultados indicam que a exsanguineotransfusão é eficaz na redução dos níveis de HbS e na melhora dos parâmetros clínicos, além de ser segura, com poucas complicações graves relatadas.

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Biografia do Autor

  • Maraísa Finotto de Oliveira, Centro Universitário de Adamantina

    Acadêmica de Medicina, FAI Centro Universitário de Adamantina - Campus II.

  • Ana Clara Ribeiro da Costa, Universidade Unigranrio

    Acadêmica de Medicina - Universidade UnigranRio Afya.

  • André de Oliveira Andrade, Centro universitário Serra dos órgãos - UNIFESO

    Médico - Centro universitário Serra dos órgãos - UNIFESO. Teresópolis/RJ.

  • Célio Amorim dos Santos Neto, Centro universitário Alfredo Nasser

    Acadêmico de Medicina - Centro universitário Alfredo Nasser - Unifan.

  • Eduardo Brasil de Souza, Universidade de São Paulo

    Médico e cirurgião geral pelo Hospital das clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

  • Isabelle Amaral Avellar, Universidade do Grande Rio

    Acadêmica de Medicina - Universidade do Grande Rio Afya.

  • Jéssika Rosa Gonçalves de Oliveira, Universidade de Rio Verde

    Acadêmico de Medicina - Universidade de Rio Verde - UniRV.

  • Marina Alves da Silva, Universidade do Grande Rio

    Acadêmica de Medicina - Universidade do Grande Rio Afya.

  • Vanessa Ferreira de Sena Soares, Universidade de Rio Verde

    Acadêmica de Medicina - Universidade de Rio Verde – UniRV.

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Publicado

2024-06-05

Como Citar

Oliveira, M. F. de, Costa, A. C. R. da, Andrade, A. de O., Santos Neto, C. A. dos, Souza, E. B. de, Avellar, I. A., Oliveira, J. R. G. de, Silva, M. A. da, & Soares, V. F. de S. (2024). EXSANGUINEOTRANSFUSÃO COMO TRATAMENTO DA SÍNDROME TORÁCICA AGUDA EM PORTADORES DA ANEMIA FALCIFORME. Revista Ibero-Americana de Humanidades, Ciências e Educação, 10(6), 763-774. https://doi.org/10.51891/rease.v10i6.14388

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