EXODONTIA ATRAUMÁTICA E SEUS BENEFÍCIOS CLÍNICOS NA PRÁTICA ODONTOLÓGICA
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i11.31781Palabras clave:
Exodontia atraumática, Extração dentária minimamente invasiva, Preservação alveolar, Periótomo, Piezocirurgia, Pós-operatórioResumen
Introdução: A exodontia atraumática reúne técnicas minimamente invasivas destinadas à remoção dentária com menor dano aos tecidos ósseos e gengivais, contribuindo para a preservação do rebordo alveolar e para melhores condições de cicatrização e reabilitação oral. Objetivo: Este estudo teve como objetivo analisar as principais técnicas de exodontia atraumática e seus benefícios clínicos, comparando-as aos métodos convencionais e considerando seus efeitos sobre a preservação tecidual e os desfechos pós-operatórios. Metodologia: Foi realizada uma revisão integrativa da literatura, de abordagem qualitativa, nas bases PubMed e SciELO, incluindo estudos publicados entre 2020 e 2026. Dos 60 registros identificados, 21 foram avaliados na íntegra e sete compuseram a síntese final. Resultados: Os resultados apontaram redução da dor, do edema, do sangramento, do consumo de analgésicos e do tempo de cicatrização, além de maior conforto ao paciente e melhor preservação dos tecidos. O periótomo apresentou vantagens em extrações simples, enquanto a piezocirurgia demonstrou benefícios em procedimentos mais complexos, embora possa aumentar o tempo cirúrgico. Conclusão: Conclui-se que a exodontia atraumática pode melhorar os resultados clínicos e favorecer o planejamento reabilitador. Entretanto, sua eficácia depende da técnica utilizada, da complexidade do procedimento e das condições clínicas do paciente, não sendo possível afirmar a superioridade universal dessas abordagens diante da heterogeneidade das evidências disponíveis.
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