ERROS PRÉ-ANALÍTICOS NA COLETA DE SANGUE: IMPLICAÇÕES PARA A SEGURANÇA DO PACIENTE E ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i9.30414Palavras-chave:
Fase pré-analítica. Coleta de amostra de sangue. Segurança do paciente. Estratégias de prevenção.Resumo
Ao considerar que a maioria dos erros laboratoriais ocorre na fase pré-analítica (envolvendo etapas como identificação do paciente, coleta, transporte e armazenamento das amostras), este estudo justifica-se pela necessidade de compreender suas implicações para a segurança do paciente e propor estratégias de prevenção eficazes. Objetiva-se sintetizar as evidências científicas e sobre os tipos, causas e consequências dos erros pré-analíticos na coleta de sangue, bem como identificar práticas seguras que minimizem sua ocorrência. Para tanto, procede-se a uma revisão integrativa da literatura, de caráter qualitativo, baseada em publicações de 2020 a 2025, obtidas nas bases eletrônicas e bibliotecas virtuais PubMed, SciELO, LILACS e Periódicos CAPES, utilizando descritores em português, inglês e espanhol. Desse modo, observa-se que os principais erros identificados estão relacionados à hemólise, volume insuficiente, uso de tubos incorretos e falhas na identificação do paciente, com causas multifatoriais envolvendo fatores humanos, técnicos e organizacionais. Os resultados indicam que a padronização de protocolos e POPs, o uso de indicadores de qualidade, a automação de processos e a educação continuada em saúde são estratégias eficazes para a redução de falhas e fortalecimento da cultura de segurança. Conclui-se que investir em capacitação profissional e gestão da qualidade é essencial para garantir a confiabilidade dos resultados laboratoriais e promover um cuidado mais seguro e eficiente.
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