SAÚDE OCUPACIONAL NA SEGURANÇA PÚBLICA: ESTUDO SOBRE DORES FÍSICAS E IMPACTOS EMOCIONAIS EM POLICIAIS MILITARES DA PMPA ATUANTES NO CONTEXTO DO COPE-PA/SEAP
DOI:
https://doi.org/10.51891/rease.v12i5.26472Palavras-chave:
Saúde ocupacional. Policial penitenciário. Dores ocupacionais.Resumo
Este artigo buscou analisar os impactos físicos e psicológicos relacionados ao trabalho policial penitenciário desempenhado por policiais militares da Polícia Militar do Pará (PMPA) atuantes em atividades de segurança penitenciária no contexto do Comando de Operações Penitenciárias do Pará (COPE-PA), vinculado à Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (SEAP), com ênfase na relação entre dores ocupacionais e sofrimento emocional. Trata-se de pesquisa quantitativa e qualitativa, de caráter descritivo e exploratório, realizada por meio de questionário eletrônico aplicado de forma voluntária e anônima a 65 policiais militares, complementada por pesquisa bibliográfica. Os resultados evidenciaram elevada frequência de dores corporais, especialmente em coluna lombar, pés, pernas e joelhos, além de indicadores relevantes de ansiedade, hipervigilância e necessidade de apoio psicológico. Apenas 4,6% afirmaram não sentir dor após o serviço, enquanto 78,4% conviviam com dor moderada, frequente ou intensa. Conclui-se que o trabalho policial penitenciário envolve elevada exigência física e emocional, demandando políticas permanentes de prevenção, promoção da saúde mental e incentivo ao autocuidado, aplicáveis também a outros órgãos de segurança pública.
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